
7 de fevereiro de 2023
Daiane
De acordo com a Organização Internacional do Café, a Dinamarca está na quarta colocação no ranking dos maiores consumidores de café no mundo. E no conteúdo de hoje, será apresentado curiosidades sobre o consumo de café na Dinamarca. Abaixo, uma lista com os tópicos que serão abordados no conteúdo, consumo de café na Dinamarca. Confira: Consumo de café na Dinamarca: 8,7Kg per capita Consumo de café na Dinamarca: o alto valor do café Consumo de café na Dinamarca: Copenhagen e o café Consumo de café na Dinamarca: Culinária na Dinamarca Consumo de café na Dinamarca: 8,7kg per capita O consumo de café na Dinamarca se estabelece na quarta colocação do ranking mundial de consumidores de café, isso é o que garante a Organização Internacional do Café, a OIC. Haja coador: os dinamarqueses consomem pelo menos 8,7 kg de café ao longo do ano e é mais um país escandinavo a aparecer entre os primeiros da lista. O café é extremamente importante para os escandinavos, na Dinamarca, ao realizarmos um breve cálculo, a população bebe aproximadamente uma média de 1,46 xícaras de café por dia. Consumo de café na Dinamarca: o alto valor do café Com a quarta colocação no ranking, se espera que o valor do café no país dinamarquês seja acessível e de fato, em algumas regiões são. No entanto, segundo o portal O Globo, um dos charmes de Copenhagen, na Dinamarca, são os cafés espalhados por toda a cidade. E nesse balanço, é possível teorizar que essa razão seja a causa do local abrigar o cappuccino mais caro do mundo. Em média, uma unidade da bebida custa US$ 6,3. Ao converter este valor para o real, o cappuccino sai no valor de R$30,21. E não para por aí, o grande contraste do consumo de café neste país, é que a Dinamarca possui o 6º café mais caro do planeta. Na quarta colocação a Dinamarca é mais um país escandinavo a figurar no top-5 maiores consumidores do ranking. Fecham a lista: Finlândia(1°), Noruega(2°), Islândia(3°) e Holanda(5° posição e única nação não escandinava na lista). Consumo de café na Dinamarca: Copenhagen e o café Devido ao forte clima frio, um dos grandes destaques da capital dinamarquesa é o alto número de cafeterias distribuídas pela cidade. Traduzindo de maneira literal, como “conforto” e "aconchego", o termo “hygge” em dinamarquês é tudo que se refere a um ambiente aconchegante e agradável. E desta palavra, os dinamarqueses criaram o “coffee-hygge”, ou seja, uma breve pausa em um local tranquilo e sossegado para desfrutar da companhia de amigos, familiares e claro, de um bom café. Uma das cafeterias mais aclamadas da cidade de Copenhagen é a The Coffee Collective. A loja tem em suas grandes especialidades o uso de tons de caramelo, baunilha e marzipã no café. Pelo menos é o que garante o Blog, momondo.com.br . Os criadores da The Coffe Collective, prezam pelo processo de produção como um todo, do cultivo à torrefação, até o preparo final. E desta forma, surgiu a mistura de micro torrefação, dando origem a cafeteria. Consumo de café na Dinamarca: culinária dinamarquesa Na Dinamarca, o café é consumido tradicionalmente em cada refeição e se torna o foco central em diversas ocasiões especiais, servido com biscoitos, bolos e pequenos sanduíches. Abaixo listamos os principais pratos consumidos no país, entre eles, estão o Stegt flaesk, que apesar do nome diferente, é um alimento muito conhecido pelos brasileiros: o torresmo. Stegt flaesk Flaeskesteg Doces dinamarqueses Smorrebrod Frikadeller Stegt flaesk De acordo com o blog, quero viajar mais, é equivalente ao torresmo no Brasil. Normalmente, é servido com batatas e um molho salsa, brun sovs ou molho castanho Flaeskesteg Olha o bacon em fatias finas de porco assado. Na Dinamarca, há o dobro de porcos que pessoas, por isso esse animal é um ingrediente base na gastronomia do país. Doces Dinamarqueses Como não poderia deixar de ser, em Copenhague você também encontrará os famosos doces dinamarqueses de manteiga, que são populares também no Brasil. O café é um bom aliado após um bom doce dinamarquês. Smorrebrod É um popular almoço em Copenhague e de toda a Dinamarca. Onde encontra-se uma fatia de pão (normalmente integral) untada com manteiga e acompanhada com salmão defumado, carne, ovos cozidos e picles. Os ingredientes variam de estabelecimento para estabelecimento. Frikadeller Segundo o portal, tudosobrecopenhague , o prato consiste em basicamente almôndegas recheadas de porco ou peixe e acompanhadas por molho de batata e picles. É um dos pratos dinamarqueses que você encontrará com mais facilidade nos postos de rua.

3 de fevereiro de 2023
Daiane
Uma bebida secular que já foi considerada uma grande inimiga da saúde, chegou a ter seu consumo proibido, precisou da permissão de um papa para ser utilizada e foi “descoberta” por cabras. O café é uma bebida que não somente é de extrema importância para a economia brasileira e mundial, como, também, possui uma história cheia de reviravoltas. Neste artigo você verá como o café saiu de vilão da saúde para um grande aliado contra diversas doenças. Além disso, você descobrirá como esse se tornou um dos principais produtos exportados pelo Brasil para países como os Estados Unidos, Rússia e Japão. Café: Sua Origem Você já parou para pensar em como o café se tornou essa bebida que faz parte da sua rotina e todos os dias está aí na sua mesa? Pois saiba que para se tornar esse líquido essencial no nosso dia a dia, ele percorreu vários países antes de chegar aqui no Brasil e tem sua origem contada em uma lenda. Segundo a Lenda de Kaldi, cujo registro é do ano de 575 d.C. no Iêmen, um pastor de nome Kaldi percebeu que suas cabras se comportavam de forma peculiar, mais alegres e enérgicas, após mascarem os frutos dos arbustos que havia na região, após perceber esse fato curioso, o pastor decidiu experimentar o fruto, compreendendo, assim, qual era a sensação que o alimento apresentava. Após isso, monges começaram a usar as propriedades do fruto para poder se manterem acordados nas vigílias, o que ajudou a popularizar o fruto. A trajetória do café é extensa. Após sua descoberta no Iêmen, o fruto passou a ser consumido por toda a Etiópia como alimento. Tempos depois a infusão do café é descoberta e teve seu uso na área da medicina. Durante o seu processo de expansão pelo mundo, o cultivo de café se tornou uma especialidade Árabe, se popularizando entre os séculos XIV e XV ao chegar na Europa. No Brasil, a bebida chegou em meados do século XVIII, levando o país a ser um dos maiores produtores e exportadores do mundo. O café foi e ainda é um importante insumo para economia brasileira, tal qual pode-se avaliar isso a partir do importante período político “café com leite” e do atual cenário que o país se encontra como um dos maiores produtores do mundo do grão. A planta chegou no Brasil através do sargento-mor Francisco de Melo Palheta, que trouxe o primeiro pé cafeeiro para o país de forma ilegal. Cafeeiro: do fruto à mesa O cafeeiro é o arbusto que produz o fruto do café. A planta possui um período de cerca de 3 anos para poder começar a produzir os seus primeiros frutos, sua colheita é bianual, ou seja, um ano o pé de café produz bastante e no outro sua colheita é bem menor. Além disso, seu plantio deve ser feito com cuidado e seguir alguns critérios. Ele é uma planta que se desenvolve melhor em regiões nas quais a temperatura média gira em torno de 15 °C a 30 °C, a temperatura ideal depende também da variedade do grão cultivado. O pé de café é sensível a geadas e a temperaturas superiores a 30 °C. Um pé de café possui um porte arbustivo de 2 a 4 metros de altura. No Brasil, os pés de café começam a florescer em meados do mês de outubro, período em que as chuvas iniciam, da etapa do florescer ao café chegar ao ponto de consumo, o fruto passa por algumas etapas, sendo elas: Chumbinho: estágio em que o fruto se encontra após 3 meses do início da florada. Dura entre 5 e 6 meses até o fruto se formar completamente. Verde: momento em que o grão já está formado, entretanto, ainda não está maduro e o seu gosto é adstringente. Cereja: este é o ponto de colheita, ou “panha” como é dito em algumas regiões, do fruto. Aqui o fruto se encontra na cor amarelo ou vermelho a depender da variedade. Após o processo de maturação no pé, o fruto é colhido e passa pelo processo de beneficiamento do café, que é composto pela pré-limpeza, a catação de pedras e o descascamento. Em seguida é feito o processo de torra e classificação, este processo é o que leva o fruto no estágio cereja para aquele que é comumente conhecido com o aspecto torrado e com tons de marrom. Espécies de café O café é uma bebida muito popular, a segunda mais consumida no mundo, sua fama é devido às suas diversas propriedades benéficas à saúde e também a sua diversidade de sabores. As principais espécies de café são a Arábica, mais produzida no país, e a Robusta, tipo que se destaca pela alta concentração de cafeína. Além da diferença entre a quantidade produzida, os tipos de café se divergem também no que diz respeito ao seu sabor, concertação de cafeína, aroma e no preço de comercialização. Um ponto de destaque são os derivados de cada uma das espécies, entre as principais do café arábica temos: Novo Mundo, bourbon, laurina (frevo), catuaí, acaiá. O robusta possui como derivado o café conilon. Principais países que mais compram Com a grande diversidade e a alta produção de ambas as espécies de café, o Brasil é o país que mais exporta café para o mundo e é o segundo país que mais consome a bebida em todo globo. No ranking, ficamos atrás somente dos Estados Unidos da América (EUA), este que é o país que mais bebe e o maior comprador de café do Brasil. Veja a seguir o ranking dos países que mais compraram café brasileiro na categoria “Café torrado, extratos, essências e concentrados de café” divulgado pelo site Comexstat do Governo Federal. 5 principais benefícios do café Como podemos perceber, o café é uma bebida degustada em todos os cantos do mundo e não é para menos. Além do seu sabor inconfundível, ele é um forte aliado na saúde. Ao menos isso é o que vem mostrando os diversos estudos sobre os benefícios do café, listamos os 5 principais para você compreender melhor: Previne o câncer: após alguns estudos, cientistas descobriram que quando consumido de maneira moderada, a bebida ajuda a prevenir diversos tipos de câncer como de próstata, cólon, mama, ovários e outros. Auxilia no alívio de problemas respiratórios: conforme o divulgado pela Universidade do Porto, de Portugal, o consumo de cerca de 50 a 300 ml de café por dia possibilita que sejam reduzidos em até 30% a chance de desenvolver asma. Além disso, a cafeína possui um efeito broncodilatador que auxilia na respiração e faz com que os sintomas de fadiga e as funções pulmonares melhorem poucas horas após o consumo. Apoia o emagrecimento: assim como o efeito estimulante, que faz a bebida ser amplamente utilizada por atletas. O café também possui funções que atuam na queima de gorduras e quando intercaladas em uma dieta balanceada, sua ação apoia o emagrecimento. Possui efeito anti-inflamatório: de acordo com o estudo da Universidade de Stanford, dos EUA, divulgado através da revista Nature Medicine , o componente ácido clorogênico, presente no café, é um antioxidante e atua como um aliado ao combate a inflamações e ao envelhecimento. Alivia o estresse e aumenta o desempenho físico e cognitivo: alguns compostos do café atuam para a melhora do humor, reduzindo o estresse. Além disso, o café aumenta a retenção de alguns tipos de memória e é um excelente estimulante físico. Malefícios A bebida possui diversos benefícios, entretanto, ao ser consumida de forma exagerada pode acabar trazendo malefícios ao consumidor. Alguns destes problemas são: ansiedade, nervosismo, aumento da pressão arterial, tremores, palpitações e outros. Por isso, o consumo do café deve ser moderado. Formas de comercialização Existem algumas formas de se comercializar o café, podendo ser em um mercado físico, onde há uma troca direta entre produtor e consumidor ou produtor, comerciante e consumidor. Podendo assim, ser vendido em 4 formas, sendo elas: Grão verde Grão torrado Em pó Solúvel/Instantâneo Outra forma de comercialização é através do mercado futuro, nele o negociante/investidor e o vendedor assumem um compromisso acima da negociação se baseando nas expectativas do preço do produto no mercado futuro. Tipos de café Como visto anteriormente, o café possui duas variedades principais, sendo a Arábica e a Robusta. Cada uma delas possuem variedades e podem gerar os tipos de café que chegam até a mesa do consumidor. São 5 os tipos que refletem os níveis de qualidade da bebida e possuem particularidades que, por muitas vezes, podem ser sutis àqueles que não têm muito conhecimento sobre o assunto. Extra-forte: são cafés que estão quase carbonizados, têm o gosto mais amargo, seu pó é preto e bem fino, seu composto possui menos nutrientes e pode gerar incômodos estomacais como azia. Tradicional: possui o preço mais acessível e é facilmente encontrado nos mercados. São blends de cafés de moagem fina e possuem uma tonalidade marrom escura. Superior: são aqueles que possuem uma qualidade melhor. Sua característica é de ser uma bebida mais dura e são facilmente encontrados sendo comercializados em grãos e em pó em mercados e empórios. Gourmet: estes são cafés de alto padrão, possuem um sabor mais suave e sua torra é mais clara. Apesar de passar por um processo mais duro de avaliação e produção, ainda pode haver um sabor levemente amargo. Especial: os cafés especiais são aqueles que possuem as mais altas pontuações nos selos de qualidades nacionais e internacionais. Seus grãos são selecionados e passam por processos de degustação e severa avaliação para receberem o título de especial. Dia Mundial do Café O café é uma bebida tão importante que possui um dia dedicado a ela. Comemorado em 14 de abril, o Dia Mundial do Café celebra a forte influência da bebida nas culturas espalhadas pelo mundo. A data foi instituída em 2005, porém muitos países criaram o Dia Nacional do Café, como o Brasil, que comemora esta data em 24 de maio.

1 de fevereiro de 2023
Daiane
Um dos principais ativos da exportação nacional e um dos grandes protagonistas da mesa dos brasileiros, o café é considerado um importante aliado da gastronomia em geral. Mas afinal, qual o país que lidera o ranking do consumo de café no mundo? No artigo de hoje, iremos explorar os principais países dessa lista de 10 nomes que fazem parte dos maiores consumidores de café no mundo. Abaixo um guia do conteúdo: Ranking dos Países Consumo de Café na Finlândia Consumo de Café na Noruega Consumo de Café Islândia Consumo de Café na Dinamarca Consumo de Café na Holanda Consumo de Café na Suécia Consumo de Café na Suíça Consumo de Café na Bélgica Consumo de Café em Luxemburgo Consumo de Café no Canadá Consumo de café no mundo: mas e o Brasil? Os tipos de café mais consumidos no Brasil Consumo de Café no Mundo: Ranking de países que lideram Finlândia Noruega Islândia Dinamarca Holanda Suécia Suíça Bélgica Luxemburgo Canadá Na lista acima, a grande maioria dos países são europeus, e o único país fora da Europa, é o Canadá. Este marco simboliza o tamanho do consumo per capita de café em toda a Europa. Uma possível ausência sentida na tabela, são os Estados Unidos. Apesar de serem os maiores importadores de café do mundo, os americanos não aparecem nas 10 primeiras colocações do ranking e para enorme surpresa nem nas 20 primeiras posições. Os norte-americanos estão localizados na 25° posição. Confira abaixo um pouco sobre o consumo de café dos principais consumidores do produto no mundo: Consumo de Café na Finlândia De acordo com as estatísticas feitas pela Organização Internacional do Café (OIC), os finlandeses ficaram em primeiro lugar, consumindo impressionantes 12kg de café por pessoa no ano. Para se ter uma base do tamanho do consumo, seria, basicamente, o mesmo que consumir aproximadamente 225g por semana. A torra do grão é bem clara e o preparo é semelhante ao café turco. O forte clima frio é um dos fatores que incentivam o alto consumo da bebida. Consumo de Café na Noruega Uma nação que adora café, os noruegueses têm alto padrão quando se trata de café. Popular no país desde o século 18, os noruegueses chegam a tomar cerca de 9,9 kg da bebida. Consumo de Café na Islândia A Islândia é um país insular nórdico, que é conhecido por suas imensas geleiras que estão protegidas nos parques nacionais Vatnajökull e Snæfellsjökull. Por ser um país de clima frio, os islandeses consomem aproximadamente 9 kg de café ao ano. Consumo de Café na Dinamarca Banhada pelo Oceano Atlântico e ao norte da Europa, a Dinamarca consome cerca de 8,7 kg de café ao longo da temporada. Os dinamarqueses fecham os 4 primeiros lugares da lista do consumo de café no mundo. Consumo de Café na Holanda Para muitos, os holandeses foram os responsáveis por transportar as amostras da planta pelo mundo, pois no séc. XVI, a Holanda possuía o controle do comércio europeu e os melhores navios. Sendo assim, transportando a mercadoria para o resto do mundo. Atualmente os holandeses consomem, per capita, 8,4 kg de café. Consumo de Café na Suécia Localizada na península Escandinava na Europa do Norte e consumindo até 8,2 kg do grão por ano, a Suécia aparece na 6° posição do ranking dos maiores consumidores de café. Os suecos consideram o café um estilo de vida. Consumo de Café na Suíça Terra de um dos melhores chocolates do mundo, os suíços estão na 7° posição do ranking, consumindo aproximadamente 7,9 kg de café. A Suíça é a terra natal do "caffè crema". Consumo de Café na Bélgica Famosos pelas incríveis cervejas e batatas fritas, os belgas consomem, em média, 6,8 kg de café ao ano. Em outras épocas, a Bélgica também era um dos grandes exportadores do café no mundo. Não só o café, mas o suco de fruto e o tabaco, são produtos que completam o TOP 3 de importações dos belgas. Consumo de Café em Luxemburgo Localizado no meio do continente europeu, Luxemburgo está na 9° posição dos maiores consumidores de café no mundo. Cada habitante chega a consumir 6,5 kg do grão. Consumo de Café no Canadá Primeiro e único país fora do continente europeu no ranking, os canadenses consomem 6,5 kg de café per capita anualmente. Segundo a Associação do Café do Canadá, o café é a bebida favorita dos adultos no país. De acordo com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá, o café é a bebida mais popular entre canadenses de 18 a 79 anos. Dentro deste público que participou das pesquisas, aproximadamente 72% consomem mais café do que água. No ano de 2018, os canadenses foram destaque na lista de maiores importadores do café brasileiro, ocupando a 7° colocação. Consumo de café no mundo: mas e o Brasil? Países como Bósnia e Herzegovina, Áustria e Itália ocupam respectivamente as posições 11°, 12° e 13° no ranking dos países que mais consomem café no mundo. Mas e o Brasil? Apesar do Brasil ser o maior exportador do produto há anos(são mais de 150 anos), o país ocupa a “apenas” a 14° colocação, consumindo 5,8 kg anuais de café, número este que é o mesmo do consumo da Eslovênia, a 15° do ranking. Em relação aos números de produção, cerca de 40% de toda produção mundial vem do Brasil e tem Minas Gerais, Paraná e São Paulo como os estados que mais produzem café. Se analisarmos o consumo total do produto, o Brasil é dono da segunda colocação mundial. Por mais que o café seja amado por um público geral, muitos brasileiros não tomam café. Segundo a Organização Internacional do Café (OIC) , o café é a 2ª bebida mais consumida no Brasil, só ficando atrás da água. Em média, os brasileiros tomam cerca de 3 a 4 xícaras de café por dia. Os tipos de café mais consumidos no Brasil O tipo de café mais consumido pelos brasileiros é o café expresso (puro com sabor mais forte). Em segundo lugar está o popular pingado, uma mistura de café com leite. Alguns preferem mais leite e menos café e vice-versa. Fechando o ranking dos três tipos de cafés mais consumidos no país, está o Cappuccino. Um cappuccino clássico, muito famoso no Brasil e consiste em um terço de café expresso, um terço de leite vaporizado e um terço de espuma de leite vaporizado. O cappuccino é seguido pelo macchiato (50% expresso e 50% creme de leite) e pelo café latte (versão encorpada do cappuccino), que estão na 4° e 5° posição, respectivamente. Mas e aí? Um cafezinho nesse frio cairia muito bem, conte nos comentários qual o seu tipo de café favorito. Para saber mais informações sobre o consumo de café no mundo e diversos outros conteúdos clique aqui e confira.

30 de janeiro de 2023
Daiane
O Brasil é o principal produtor/exportador de café do mundo e um dos principais mercados que mais consomem do produto é o continente europeu. A Europa é responsável por 32% do consumo mundial. Sendo assim, como exportar café para Europa? O continente importa cerca de 54,4 milhões de sacas, e de forma disparada se isola como o principal destino do café exportado do Brasil. Abaixo, confira uma tabela com os principais países europeus que mais consomem café nacional. História da Exportação de Café com os Europeus De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, a partir do ano de 1806 as exportações de café estavam na casa de 80 mil arrobas, aproximadamente 20 mil sacas. A expansão dos cafezais atraiu imigrantes italianos, espanhóis, portugueses e japoneses para trabalhar na colheita do grão. As divisas oriundas das lavouras cafeeiras aceleraram o desenvolvimento urbano nacional, sobretudo do Estado de São Paulo, com o surgimento de novas linhas ferroviárias e ramais secundários para escoar o café do interior ao Porto de Santos. Na França, o café foi introduzido por Thévenot em 1657, tornando-se logo um hábito na corte de Luís XIV. Em seguida apareceu em Londres, Inglaterra, a primeira casa de café. Berlim, Alemanha, teve seu primeiro café público em 1752, embora se admita que Hamburgo, também na Alemanha, lhe precedesse. Os holandeses, em fins do século XVII, levaram mudas de cafeeiros para a Malásia. Acredita-se que a Holanda foi responsável pela primeira muda de café plantada na América do Sul, pois os holandeses eram dominantes no território de Suriname. Nos primeiros 30 anos deste século, foram enviadas do Jardin des Plantes de Paris mudas de cafeeiros para a Martinica, cujas plantações se disseminaram pelas Antilhas e América do Sul. Conhecendo o Mercado Europeu Para entender melhor como exportar café para Europa, é necessário entender o mercado, ou seja, o seu público-alvo. Confira abaixo as principais características dos grandes importadores de café no continente europeu. PORTUGAL e ESPANHA: Portugal e Espanha, além de dividirem boa parte da Península Ibérica, também são alvos de grandes exportações do grão, mesmo não sendo nem top-3 do ranking de importadores europeus. Isso se deve ao fato da proximidade linguística e cultural de ambos os países com o território brasileiro. BÉLGICA: Na quinta posição do ranking temos a Bélgica, que movimenta cerca de US$302,24 milhões FOB anuais. No entanto, na mesma linha de importação da Alemanha, a busca pelo grão do café é predominante. Além dos dados mencionados acima, a capital da Bélgica, Bruxelas, foi usada como sede para o Acordo Mercosul - UE, em junho, o termo beneficia as exportações de café brasileiro para o continente europeu, tornando os produtos nacionais mais fortes e competitivos. FRANÇA: Conhecidos pela refinada gastronomia, pela belíssima cidade de Paris, e claro, por suas riquezas culturais. Além destas características, os franceses são grandes amantes do café brasileiro. Os Coffe Lovers, como são conhecidos os amantes do café, desfrutam muito do casamento entre os doces e o café. O grão Arábica se destaca entre os grãos mais utilizados pelos franceses, um outro aliado é o Café Acaiá, por possuir um aroma leve e adocicado. ITÁLIA: Os italianos são considerados os maiores consumidores globais de café feito em máquina, dispondo de aproximadamente 800 mil máquinas de café por todo seu território. Neste cenário, o mercado italiano abre espaço para a entrada tanto de café solúvel, quanto de grãos para a produção nacional. O país gera anualmente cerca de U$S 466,62 milhões FOB. A Itália se firmou como terceira colocada do ranking mundial de importadores do café brasileiro, atrás dos Estados Unidos e Alemanha. Grãos Mais Importados por Europeus As preferências dos europeus, em grande maioria são por grãos nacionais, mas também abrem espaço para o café solúvel. Entre os grãos mais exportados para a União Europeia estão: Café Arábica Este que, segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, é o grão mais exportado do país, representando cerca de 87,2% do total vendido. O Sul de Minas é a maior região produtora de cafés Arábica do Brasil. Tem altitudes entre 850m e 1.250m e temperatura média anual entre 22 e 24°C. Café Bourbon Com notas que lembram o sabor do caramelo, o café Bourbon é uma das variedades mais conhecidas no mundo. Derivado do grão Arábica, o café é muito popular fora do país. Possui um aroma marcante e um sabor inesquecível. Atualmente, a variedade é altamente cultivada no país, em especial na região cafeeira do Cerrado Mineiro. O grão costuma ser produzido em solos com altitude acima de 800 metros e não é uma das variedades mais produtivas, pois seus frutos possuem tamanho menor se comparado às cultivares Mundo Novo. Porém, uma das grandes vantagens do Bourbon é que o café ganha em aroma, sabor e qualidade. Café Acaiá O café Acaiá é um dos mais produzidos no Brasil. Em tupi-guarani, Acaiá significa “frutos com sementes grandes”. Por sua vez, possui um sabor leve e achocolatado, além de uma dose média de acidez. Hoje, as principais linhagens de Acaiá são nomeadas por sufixos identificadores e cultivadas em todo o país, com destaque para a região Sul de Minas Gerais. O Varietal também é cultivado em áreas de cerrado, nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Meios de Transporte para Exportar Café para Europa Como exportar café para Europa é um questionamento que pode se dividir em diversas sub-perguntas, por exemplo: qual o melhor transporte para a exportação? O meio de transporte mais utilizado pelos produtores e exportadores, são os navios. Normalmente, por via marítima a carga é levada dentro de contêineres até seu destino final. Além de proporcionar uma entrega dentro do prazo estabelecido pelos envolvidos na negociação, o transporte oferece um bom custo-benefício em relação ao transporte aéreo, que por seu alto custo é usado apenas em casos pontuais. Algumas situações que proporcionam o transporte aéreo acontecem por conta da ausência do transporte marítimo. Esse ocorrido acontece devido a alta concentração de contêineres e navios em países da primeira prateleira do ranking de exportação cafeeira, como os Estados Unidos, por exemplo. Combine os Termos de Entrega da Importação Segundo o TimeVision, antes de estabelecer um termo de venda, combine com seu comprador as cláusulas de importação (também conhecidas como incoterms : termos comerciais internacionais). O tempo de entrega estabelecido geralmente parte da preferência do comprador em grande maioria, são utilizados o Free On Board (FOB) ou o Cost, Insurance and Freight (CIF). FOB significa que o comprador paga pelo frete e seguro e assume a propriedade da carga no ponto de partida do porto do fornecedor. Se as mercadorias forem danificadas durante o transporte, o comprador ou uma eventual seguradora podem ser responsabilizados. Desta forma, este contrato de importação é frequentemente recomendado, pois libera você, como exportador, de arcar com os custos e responsabilidades dos processos de embarque e importação. Sob um prazo de entrega CIF, o vendedor assume os custos de envio e seguro, e é responsável por qualquer perda ou danos aos grãos de café durante o transporte. Dessa forma, o vendedor deve adquirir documentos específicos, como licenças de exportação e seguros, e arcar com os custos de inspeção. Uma vez que o frete é carregado no porto de chegada escolhido pelo comprador, o comprador torna-se responsável. O CIF pode ser mais caro e arriscado para você como exportador do que o FOB. Embora o CIF geralmente não seja recomendado, ele também tem suas vantagens. É um serviço para o seu comprador, pois você coordena o envio e assume mais riscos. Se decidir enviar nos termos CIF, você poderá cobrar mais por seus produtos em termos relativos, pois também está fornecendo este serviço ao comprador. Custo e Frete (CFR) significa que o exportador é responsável por contratar e pagar pelo transporte até o porto de destino do comprador. A diferença entre o CIF e o CFR é que no caso do CFR o comprador paga pelo seguro, embora o exportador ainda possa ser responsável por qualquer deterioração decorrente do transporte se o café não tiver sido devidamente embalado. Para saber mais informações sobre como exportar café para Europa e muitos outros conteúdos do tema, acompanha o nosso blog!

27 de janeiro de 2023
Kessia
Adentrar no universo do mercado internacional, muitas vezes, pode ser cheio de desafios, isso porque as regras de comércio exterior são diferentes das que estamos acostumados no mercado nacional. Por mais que possa aparentar ser algo um pouco complexo, receber pagamentos internacionais é algo bem mais fácil que aparenta ser. De modo geral, é importante você saber que existem diferentes métodos de pagamento, sendo que você poderá utilizá-los a partir de bancos, corretoras e plataformas online. Além disso, o dinheiro cairá na sua conta ou poderá ser retirado por meio do saque em um banco, mas, não se esqueça que existem taxas cobradas nas transações por parte de quem paga e de quem recebe. Acompanhe neste artigo o que é cada um destas modalidades de pagamentos internacionais para importação e exportação. O que são pagamentos internacionais? Um pagamento internacional é um envio eletrônico de dinheiro entre países . Para isso ser realizado, o valor passa por uma troca, o chamado câmbio de moedas, do país de origem do pagamento e o de recebimento. Ou seja, é a troca da moeda, por exemplo, quando se compra em dólar e paga em real. Assim, se um produto custa US$15,00, você pagará R$76,88*, que será convertido no ato da transação. Todo esse processo é monitorado e regulamentado pelo Banco Central do Brasil. Deste modo, ele deve seguir algumas regras específicas e precisa respeitar os prazos e as taxas para cada transação. Os pagamentos internacionais possuem prazos para que a transação seja completa. Ou seja, uma negociação internacional não é instantâneo como uma transação via Pix, essa transação possui um tempo de espera maior, podendo se de um dia ou mais. A velocidade necessitada na transação também pode gerar um custo na operação. Como funciona o pagamento internacional de exportação e importação? Existem três formas que podemos resumir os tipos de cobranças internacionais que abraçam as negociações com o exterior. É importante reforçar que os pagamentos de importações podem ser feitos em qualquer moeda, conforme fica especificado no Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI). “O pagamento da importação pode ser efetuado em qualquer moeda, independentemente daquela registrada na Declaração de Importação - DI, inclusive quando em reais, observado que, no pagamento de importação em moeda estrangeira diferente daquela registrada na DI, os valores envolvidos devem guardar entre si correlação paritária compatível com aquelas praticadas pelo mercado internacional”. As modalidades podem ser conforme as mostradas abaixo: Em casos de exportações, as modalidades de pagamentos são quatro. Elas são firmadas a partir da negociação entre o exportador e importador, e resultam da confiabilidade entre as partes. As modalidades são: Pagamento antecipado Remessa sem saque Cobrança Documentária Carta de Crédito Pagamento antecipado: modalidade pouco utilizada, pois, faz com que importador fique dependente do exportador, devido à necessidade de emissão documento “contrato de câmbio” que fica a cargo do exportador antes do envio da mercadoria. Remessa sem saque: modalidade que traz mais risco ao exportador, porque não há garantias legais que lhe ajude em caso de problemas. Entretanto, é uma das formas que permite mais eficiência na tramitação de documentos e redução ou isenção de custos bancários. Cobrança Documentária: nesta categoria de modalidade há a intermediação de um banco que faz o manuseio dos documentos, assim, ele faz a organização das cobranças (a prazo ou à vista) entre as partes. Essa modalidade traz mais confiança entre os negociantes, já que há uma reguladora entre eles. Carta de Crédito: essa é a modalidade mais utilizada pelo comércio internacional. A carta de crédito é um formato que gera uma ordem condicionada de pagamento, resultando em uma obrigatoriedade de cumprimento de exigência pelo exportador para receber a quantia. É muito utilizada por oferecer maiores garantias. Dicas para realizar ou receber pagamentos internacionais Ao fazer pagamentos internacionais devemos ficar atentos à alguns detalhes e particularidades deste tipo de transação, por isso, fique de olho nisso: Faça uma análise geral do valor total do pagamento, incluindo as taxas que serão pagas durante a transação; Busque se informar sobre cada um dos métodos de pagamentos internacionais, assim você terá bastante clareza em qual se encaixará melhor na sua necessidade; Utilizar plataformas seguras e que possuem avaliação de outros usuários, não coloque seu dinheiro em risco; Análise o tempo de recebimento e envio do dinheiro, pois isso pode gerar problemas para você; Verifique no site do Bacen se a instituição que intermediará a transação está legalizada para realizar a ação; Utilize máquinas seguras para as operação, evite computadores compartilhados e mantenha o antivírus atualizado. Desfrute de um mundo sem fronteiras Realizar pagamentos internacionais não é um monstro debaixo da cama. O que precisamos, na verdade, é ter bastante cautela e ter atenção na hora de efetuar as transações. A dica é se manter atento a todos os detalhes das transações que for realizar. Deste modo você não passará por dificuldades nos pagamentos ou nos recebimentos. * Cotação de R$ 5,1253

26 de janeiro de 2023
Daiane
Há anos, o Brasil lidera o ranking de maior exportador de café, com inúmeros destinos e continentes. E dentro destes importadores, encontram-se os Estados Unidos, que são líderes absolutos no ranking de importação do café nacional. Então, no conteúdo de hoje iremos retratar como exportar café para os Estados Unidos e conhecer mais sobre o mercado americano. EXPORTAÇÃO DE CAFÉ PARA OS ESTADOS UNIDOS EM NÚMEROS No geral, os americanos realizaram uma compra de 7,7 milhões de sacas de 60 kg, movimentando assim, um valor superior a US $1,2 bilhão. Os EUA mantiveram a posição número 1 do ranking de importação do café brasileiro mesmo com a queda de 4,4% em relação ao total importado em anos anteriores. Estes números representam cerca de 20% do total de café exportado pelo Brasil. O único país que se aproxima desta porcentagem é a Alemanha com 16,5%. Os norte-americanos também são os maiores consumidores do café solúvel brasileiro. De acordo com ranking divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) estes são os países que mais consumiram do café solúvel nacional: Estados Unidos Rússia Indonésia Japão Argentina OS TIPOS DE CAFÉ MAIS CONSUMIDOS PELOS AMERICANOS Além da paixão pelo café solúvel, os americanos também são grandes apreciadores do grão nacional. O café Arábica aparece como o mais querido entre os americanos, é o tipo mais comum entre os cafés gourmet. Para efeito de comparação, o café Robusta é usado geralmente na fabricação de cafés instantâneos, solúveis ou em produtos enlatados derivados do café. O mercado também utiliza o café Peaberry, um grão que é considerado raro e com formato arredondado, de sabor profundo e intenso. De acordo com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), o alto consumo do café fresco de torrefação contribui para a baixa no café torrado importado. Desta forma, somente 11% do café importado pelos EUA é torrado. O ALTO CONSUMO DE CAFÉ A National Coffee Data Trends (NCDT), divulgou dados sobre o consumo de café dos americanos e apresentou informações relevantes para o tema “Como exportar café para os Estados”. O presidente e CEO da NCA, Bill Murray, diz que o café é essencial para o dia a dia do norte-americano. “O relatório deste ano mostra o quanto os estadunidenses confiam na energia, conforto e normalidade de sua bebida favorita. Mas estes são tempos difíceis e os negócios não estão como de costume”, diz Murray. Confira algumas informações divulgadas pelo relatório: Três xícaras por dia: o consumidor médio de café americano consome pouco mais de três xícaras por dia; Café todos os dias da semana: a NCDT registrou que 7 em cada 10 americanos consomem café toda semana, enquanto 62% tomam todos os dias; Café expresso: os consumidores de café estão migrando para as bebidas à base expresso, com o consumo de cappuccinos, lattes e flat white em incríveis 50% no mesmo período, impulsionado em parte entre os 25 e 39 anos. COMO TRANSPORTAR O CAFÉ PARA OS ESTADOS UNIDOS? É comum que o transporte do produto seja realizado pelo meio marítimo. Exportadores, produtores e importadores usufruem do uso de navios no transporte, pois possui um custo benefício superior ao transporte aéreo. Em casos pontuais, o transporte através de aviões é utilizado. Tais situações podem ocorrer em decorrência da ausência do meio marítimo, e para não perder o prazo os envolvidos na negociação recorrem ao transporte aéreo. CAFÉ GELADO? CONHEÇA A NOVA TENDÊNCIA AMERICANA Na onda do Starbucks, se tornou extremamente comum a degustação do café gelado em solo americano, pelo menos é o que afirma a National Coffee Data Trends (NCDT). De acordo com o relatório emitido pela NCDT, cafés frios eram praticamente desconhecidos em 2015, mas agora um em cada cinco norte-americanos com menos de 40 anos consome pelo menos um a cada semana. Apesar do consumo de café tradicional ter diminuído 10%, os consumidores com mais de 60 anos têm duas vezes mais chances de consumir café tradicional do que entre 18 e 24 anos. E não para por aí: aproximadamente 48% dos consumidores diários de café que compram sua bebida em restaurante de serviço rápido, cafeteria, loja de donuts ou loja de conveniência, fazem isso através de um drive-thru. Além disso, um quarto das pessoas usam aplicativos para pedir a bebida e cerca de 60% dos cafés servidos nos Estados Unidos são preparados a partir de grãos especiais. A FEBRE DO STARBUCKS A primeira Starbucks foi inaugurada em 1971, a empresa era a única loja no histórico Pike Place Market de Seattle. Em sua fachada estreita, a Starbucks oferece alguns dos melhores cafés em grãos inteiros recém-torrados do mundo. A companhia criou seu nome inspirada em parte pelo personagem Starbuck, do livro Moby Dick, e seu logotipo é um entalhe escandinavo do século XVI de uma sereia com duas caudas. Na Starbucks há três tipos diferentes de torrefação, que pode ser clara, média ou escura. Quanto mais escura a torrefação, mais forte é o sabor do café. Atualmente, com mais de 30 mil lojas em 80 mercados (em 30 de junho de 2019), a Starbucks se consolidou como a mais importante empresa mundial de torrefação e venda de café especial. HISTÓRIA DO CAFÉ NOS ESTADOS UNIDOS Por meio das embarcações vindas do velho continente, que o “ouro negro” chegou ao Novo Mundo. Registros apontam que em 1600, o capitão John Smith, o fundador da Colônia de Virgínia, apresentou o café aos outros colonos de Jamestown. No ano de 1670, em Boston, é de quando se tem a primeira menção escrita nos Estados Unidos a respeito do café. A americana Dorothy Jones recebeu a primeira licença para vender café. A partir daí, o produto foi tomando conta das mesas e o resto é história. Até então, o café tinha como principal concorrente o chá, no entanto, em 1773, os colonos se movimentaram contra um alto imposto sobre o chá determinado pelo rei George III. Essa grande revolta, ficou conhecida como a “Festa do Chá de Boston”, o que resultou em um impacto que determinou para sempre a preferência pelo café. Desta maneira, os colonos derrubaram um carregamento de chá no porto de Boston e, a partir de então, quem consumisse chá era considerado antipatriota. E assim, o café tornou-se a bebida favorita do momento. Para saber mais informações sobre como exportar café para os Estados Unidos e diversos outros conteúdos, fique ligado nos próximos artigos!

23 de janeiro de 2023
Daiane
Historicamente falando, não é de hoje que o café é um dos principais produtos da economia brasileira, mas como o grão se tornou tão importante e como exportar café? No conteúdo de hoje, veremos as maneiras mais comuns de se como e para onde são exportados. O país é o maior produtor e exportador mundial do produto, e também um dos maiores consumidores. Seu grande parque cafeeiro está centralizado especialmente em Minas Gerais. Como Exportar Café - Para Quais Países o Brasil mais exportou? Anualmente, o país exporta café para mais de 122 países. O principal comprador do grão é os Estados Unidos, os americanos lideram o ranking com aproximadamente 7,781 milhões de sacas importadas. Confira abaixo uma tabela com os cinco países que mais importam do café brasileiro. Cuidados ao Exportar o Café Antes da exportação do produto, deve-se atentar para os riscos que o processo pré-exportação apresenta. Condições do armazém, tempo e até mesmo a embalagem. Condições do armazém Entre a colheita / processamento e a exportação, o café aguardará no armazém. E as condições lá podem ter um enorme impacto na qualidade do café. As más condições podem desbotar rapidamente o café, prejudicando os sabores, aromas e as notas de cupping. Certifique-se de: Manter os níveis de umidade, temperatura e oxigênio estáveis e baixos conforme o recomendável. Deixar o café fora da luz solar direta Checar a embalagem ideal. Os sacos de juta são mais baratos, por outro lado não oferecem proteção ao café da umidade ou do oxigênio Embalagem Você deve considerar a embalagem do café no armazém e durante a exportação/transporte. Uma boa embalagem reduzirá o risco de perda da qualidade do café em questão. No entanto, este cuidado apresenta um custo maior ao produtor. Esta questão deve ser discutida de forma antecipada com o comprador, e no contrato deve estar indicado qual embalagem será usada no trajeto. Transporte Por inúmeros fatores, o transporte pode sofrer com atrasos. Entre eles acidentes, erros logísticos, tráfegos inesperados e assim por diante. Desta maneira é crucial que o planejamento para o deslocamento do produto seja bem executado. Essa é mais uma boa razão para uma embalagem segura, afinal em casos extremos não se sabe quanto tempo o café irá demorar para chegar ao seu destino. Tempo Alguns especialistas acreditam que o tempo entre colheita e exportação deve ser de três a no máximo 6 meses. Mas por que essa variação? Trata-se do fato de o café ser colhido e seco em diferentes lotes, mas depois exportado em conjunto. É válido a verificação de que os cafés que serão exportados no mesmo lote estejam com este intervalo de tempo, para a garantia de uma boa entrega final. Principais Meios de Transporte para a Exportação Quando o assunto é o transporte do café dentro do país, o caminhão é o principal veículo para a realização deste deslocamento. Agora, para a exportação, o transporte marítimo é o mais utilizado. Em razão de seu custo benefício, os navios acabam sendo os meios preferidos dos exportadores. Uma outra maneira de realizar a exportação seria pelo ar, no entanto, de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o uso de aviões no transporte acaba muitas vezes sendo prejudicial ao produtor em relação aos valores envolvidos. Principais Tipos de Café mais Exportados Café Arábica Café Verde Café Bourbon Café Arábica Este que, segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé , é o grão mais exportado do país, representando cerca de 87,2% do total vendido. O Sul de Minas é a maior região produtora de cafés Arábica do Brasil. Tem altitudes entre 850m e 1.250m e temperatura média anual entre 22 e 24°C. Café Verde Além de ter seu uso popular no Japão, o café Verde é conhecido também por ser um ótimo suplemento alimentar, esse tipo de grão se diferencia do café comum em alguns aspectos - apresenta, por exemplo, um teor mais alto de antioxidantes e passa por um processo distinto de produção. Seu processo de produção é relativamente simples: após o cultivo, os grãos passam pela colheita, são submetidos a processos de lavagem, secagem, armazenamento, torrefação e empacotamento. É comum que durante o pré-preparo o café fique armazenado em locais fechados, diferentemente do café tradicional. No Brasil, seu cultivo destaca-se em regiões como o Sul de Minas e Oeste da Bahia. Café Bourbon Com notas que lembram o sabor do caramelo, o café Bourbon é uma das variedades mais conhecidas no mundo. Derivado do grão Arábica, o café é muito popular fora do país. Possui um aroma marcante e um sabor inesquecível. Atualmente, a variedade é altamente cultivada no país, em especial na região cafeeira do Cerrado Mineiro. O grão costuma ser produzido em solos com altitude acima de 800 metros e não é uma das variedades mais produtivas, pois seus frutos possuem tamanho menor se comparado às cultivares Mundo Novo. Porém, uma das grandes vantagens do Bourbon é que o café ganha em aroma, sabor e qualidade. História da Exportação no País De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) , a primeira muda de café chegou ao Brasil em 1727. Até o final do século XVIII, o Haiti era o principal exportador do grão. Mas a produção cafeeira entrou em crise, devido à longa guerra do país para conseguir a independência da França. Estas circunstâncias impulsionaram o aumento dos cafezais no Brasil e, em 1779, foi registrada a primeira remessa de café ao exterior: 79 arrobas, pouco mais de 19 sacas. De 1800 a 1929, o café foi a principal fonte de riqueza do Brasil e ganhou o apelido de ouro verde brasileiro. O fruto trouxe prosperidade aos cafeicultores, que construíram mansões e ergueram teatros, como o Theatro Municipal de São Paulo, de 1911, que tem o estilo arquitetônico inspirado na Ópera de Paris.

16 de janeiro de 2023
Leticia
O setor de ecommerce está se expandindo rapidamente à medida que o mundo se desloca cada vez mais em direção a uma cultura "digital-first", impulsionada pela crescente necessidade de conveniência por parte dos consumidores. Relatórios estatísticos recentes apóiam esta tendência de crescimento, pois revelam que as vendas globais de comércio eletrônico atingirão $6,3 trilhões de dólares em 2023. Este aumento cria um enorme mercado para as empresas que desejam vender seus produtos ou serviços online. Os negócios tradicionais estão se adaptando rapidamente, construindo lojas online para seus produtos, enquanto alguns mantêm suas lojas físicas. No entanto, com a correria das empresas online, torna-se mais desafiador ser encontrado por clientes. As empresas inovadoras devem, portanto, compreender as principais tendências do comércio eletrônico e aproveitá-las para manter a visibilidade e impulsionar as vendas. Este artigo analisa o mercado global ecommerce, fornecendo uma visão das principais tendências para 2023. Visão geral do mercado global O mercado global de comércio eletrônico foi avaliado em $16,6 trilhões de dólares em 2022, e espera-se que a indústria cresça significativamente nos próximos anos, sem sinais de desaceleração. Os especialistas do mercado esperam uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 27,43% de 2023 a 2028. Com um número crescente de compradores voltando-se para os canais digitais para suas necessidades, os fornecedores devem inovar continuamente e fornecer serviços de primeira linha para permanecerem competitivos neste mercado à medida que avançamos para 2023 e mais além. De acordo com dados do Statista, as vendas globais ecommerce alcançaram $5,2 trilhões de dólares em 2021 e espera-se que atinjam $6,3 trilhões de dólares em 2023. Isto representa um aumento de 21% em apenas dois anos. A região Ásia-Pacífico é o maior mercado de comércio eletrônico do mundo, sendo responsável por mais da metade das vendas globais em 2021. A China é o principal operador nesta região, com vendas ecommerce de $2,1 trilhões de dólares em 2021, seguida pelos Estados Unidos com $1,5 trilhões de dólares. As vendas online constituem a maior parte das vendas globais de comércio eletrônico, e com o crescente número de mercados online como o Alibaba.com, espera-se que esse número aumente. As marcas B2C estão aproveitando ao máximo as lojas e websites de comércio eletrônico; no entanto, houve um aumento da penetração das marcas B2B no espaço. Com quase todas as transações comerciais online, o ecommerce está se tornando cada vez mais a porta de entrada para as transações comerciais. Fora do avanço tecnológico, da penetração de dispositivos móveis e do comportamento de compra do usuário, o crescimento do ecommerce tem sido impulsionado pela conveniência, uma seleção mais ampla de produtos, melhores opções de remessa, comércio móvel, mídia social e o aumento do uso de métodos de pagamento digital. Estes fatores facilitaram as compras online dos consumidores e contribuíram para a rápida expansão do mercado de comércio eletrônico. Apesar do seu sucesso excepcional, ele ainda introduz novos desafios como marketing, prevenção de fraudes, devoluções e reembolsos, atendimento ao cliente, processamento de pagamentos, envio e cumprimento, e aumento da concorrência. Algumas empresas superaram estes desafios compreendendo as tendências crescentes no espaço do comércio eletrônico e adaptando-se às mudanças, incluindo a digitalização. Em suma, o futuro do ecommerce é muito promissor para as empresas, especialmente aquelas que estão experimentando baixas vendas e estão tentando alcançar um público maior. 7 principais tendências do comércio eletrônico para 2023 O ecommerce revolucionou a forma como as pessoas fazem compras, oferecendo aos clientes conveniência e acesso a produtos de todo o mundo que de outra forma não estariam disponíveis. Com seu rápido crescimento, mais empresas estão investindo fortemente em tecnologia para garantir que seus negócios permaneçam competitivos e que seus clientes tenham uma experiência confiável. Aqui estão as principais tendências para 2023: Vídeo-Shopping O conteúdo de vídeo tornou-se rapidamente uma ferramenta poderosa para que as empresas alcancem e se envolvam com um público global. As empresas estão incorporando conteúdo de vídeo em sua estratégia ecommerce, criando uma nova tendência - o vídeo shopping. Esta tendência tem crescido de forma constante nos últimos anos e está projetada para se tornar ainda mais popular em 2023. Com as compras em vídeo, os clientes obtêm uma experiência de compras imersiva no conforto de suas próprias casas. As empresas também podem aumentar o envolvimento do cliente através do incentivo ao conteúdo gerado pelo usuário. O vídeo shopping oferece várias vantagens tanto para os consumidores quanto para as empresas. Os clientes podem visualizar os produtos em detalhes e tomar decisões informadas antes de se comprometerem a uma compra. Também permite que os clientes façam perguntas sobre o produto e recebam respostas de associados de vendas experientes. Para as empresas, a compra por vídeo fornece insights valiosos sobre o comportamento do cliente, permitindo-lhes adaptar suas ofertas para atender às necessidades do cliente. À medida que a tecnologia avança, a compra por vídeo se tornará mais avançada e rica em recursos em 2023. Os varejistas terão acesso a soluções sofisticadas que permitirão aos clientes explorar produtos utilizando a tecnologia de realidade aumentada (AR) ou realidade virtual (VR). Isto permite que os compradores interajam com os produtos como se estivessem em uma loja real, permitindo-lhes ver como os produtos parecem e se sentem antes de tomar uma decisão de compra. Confiando mais fortemente em soluções digitais como plataformas de compra de vídeo, as empresas podem reduzir os custos gerais enquanto ainda fornecem aos clientes um serviço de qualidade e suporte ao cliente a partir de associados de vendas experientes disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, através de chatbots ou recursos de chat ao vivo dentro da plataforma. Novas opções de pagamento Novas e emergentes opções de pagamento ganharão tração em 2023, com os métodos de pagamento tradicionais dando lugar a soluções digitais, fazendo com que a indústria de pagamentos online evolua. A indústria do comércio eletrônico também evoluirá devido a estas novas opções de pagamento, pois os clientes podem agora fazer pagamentos mais rápidos e fáceis enquanto fazem compras online. Isto se deve em grande parte ao aumento de carteiras móveis como Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay, que permitem aos clientes armazenar suas informações de pagamento com segurança e depois usar seus dispositivos para fazer pagamentos. Em 2021, 50% das transações ecommerce foram pagas pelo uso de carteiras móveis e espera-se que esse número chegue a 53% em 2025. Além disso, moedas criptográficas como o Bitcoin tem se tornado cada vez mais populares entre os compradores que desejam uma forma alternativa de pagamento de bens e serviços online que não esteja sujeita a regulamentações governamentais ou taxas bancárias. Outra tendência nos pagamentos por comércio eletrônico é a crescente adoção de modelos baseados em assinaturas. Os serviços de assinatura oferecem aos clientes uma forma conveniente de comprar itens repetidamente sem inserir manualmente seus detalhes de pagamento cada vez que eles fazem um pedido, tornando mais fácil para eles acompanharem seus gastos. Por fim, as tecnologias de personalização baseadas em inteligência artificial estão se tornando cada vez mais populares entre as lojas de comércio eletrônico que procuram fornecer experiências personalizadas aos clientes. Usando algoritmos de personalização orientados por inteligência artificial, as empresas podem adaptar suas ofertas com base nas preferências do cliente e no histórico de compras para aumentar as taxas de compromisso e os resultados de conversão ao longo do tempo. Compras pelo celular As compras pelo celular também se tornaram cada vez mais populares na última década, e se projeta que continuarão seu rápido crescimento nos próximos anos. De fato, as vendas pelo celular representaram 53% das vendas no ecommerce em 2021, e espera-se que ganhem mais terreno em 2023. Isto representa uma enorme oportunidade para as empresas que podem capitalizar a tendência de crescimento dos consumidores móveis. Para começar, as empresas devem garantir que seus websites sejam otimizados para o uso no celular. Isto inclui ter um design responsivo que se ajusta dependendo do tamanho do dispositivo e características como navegação por toque, tornando mais fácil para os usuários navegar no site com seus dedos. Além disso, as empresas devem ter certeza de que seu website carrega rapidamente, pois isso pode impactar significativamente a experiência e o envolvimento do usuário. Outro fator importante para o sucesso das compras é o fornecimento de opções de pagamento seguras. Os consumidores querem paz de espírito quando fazem compras online, portanto, por isso garantir que os dados dos clientes sejam protegidos através de métodos de pagamento seguros é uma necessidade absoluta. É essencial desenvolver processos de check out seguros que protejam os dados dos clientes e, ao mesmo tempo, facilitem e convençam os consumidores a concluir as compras. Finalmente, alavancar estratégias de personalização pode ajudar as empresas a tirar vantagem da crescente tendência de compradores móveis. Social Commerce O Social Commerce ou comércio social é uma tendência cada vez mais popular, particularmente no espaço do ecommerce, pois permite que as empresas se envolvam com seus clientes direta e pessoalmente, enquanto constroem uma presença online. Ao invés de simplesmente confiar nos métodos tradicionais de publicidade e venda, como a busca paga ou campanhas de marketing orientadas por conteúdo, o comércio social oferece uma nova maneira de se envolver com os clientes. As empresas podem aproveitar o poder das plataformas de mídia social como Twitter, Instagram e Facebook para construir relacionamentos com potenciais compradores, o que pode então levar a conversões de vendas. Com o surgimento da tecnologia mobile, as empresas podem se conectar com seus clientes em tempo real em qualquer dispositivo. Isto lhes dá maior flexibilidade quando se trata de lançar campanhas e promoções que são feitas sob medida para públicos-alvo específicos. Além disso, o social commerce permite que as empresas criem experiências altamente personalizadas para cada cliente, com base em seus interesses e preferências. Ele também ajuda as empresas a obter insights sobre o comportamento do cliente que podem ser usados para melhorar o atendimento ao cliente e a oferta de produtos. Por exemplo, as marcas podem criar campanhas mais eficazes que levam a um maior envolvimento, analisando o conteúdo que ressoa melhor com os clientes através de vários canais sociais. Alguns elementos-chave de estratégias de comércio social bem-sucedidas incluem alavancar influenciadores ou parcerias com outras marcas, criar visuais atraentes, fornecer ofertas exclusivas, criar programas de fidelidade, oferecer descontos em tempo hábil, incentivar indicações e utilizar recursos interativos. Em geral, aproveitando as oportunidades apresentadas pelas plataformas de mídia social, as empresas podem se tornar mais bem equipadas para alcançar rapidamente um grande número de clientes potenciais. Eles podem fazer isso enquanto aumentam exponencialmente o conhecimento da marca em minutos, em comparação com os métodos tradicionais, como anúncios impressos ou spots de TV. Inflação e orçamentos apertados Espera-se que a inflação e orçamentos apertados tenham um impacto significativo no comércio eletrônico em 2023. Com os preços das mercadorias aumentando, os consumidores podem precisar de ajuda para pagar certos itens. Isto poderia levar a menos compras, diminuindo a receita para os varejistas online. Além disso, à medida que as pessoas se tornam mais conscientes do orçamento, elas podem optar por alternativas mais baratas que poderiam fazer aumentar a concorrência entre varejistas e marcas. Da mesma forma, os orçamentos apertados de muitas pessoas e empresas significarão menos fundos para itens de luxo e mais foco no básico. Isto poderia significar uma diminuição nas vendas de certos produtos e serviços, especialmente aqueles que já são mais caros. As empresas precisam ajustar suas ofertas de produtos de acordo com as necessidades e orçamentos de seus consumidores. Além disso, as empresas precisarão ser estratégicas em seus esforços de marketing para garantir que sua mensagem atinja o público certo. Em resumo, a inflação e os orçamentos apertados da época sem dúvida afetarão o comércio eletrônico em 2023, e as empresas precisam planejar de acordo. Personalização Em 2023, a personalização está perto de se tornar uma das maiores tendências do ecommerce. A personalização proporciona aos clientes experiências personalizadas com base em seus interesses, necessidades e preferências. As marcas podem oferecer personalização usando os dados dos clientes para criar experiências únicas e fidelizar os clientes. Para os clientes, isso significa que eles recebem mais do que querem quando o desejam. A personalização pode ser aplicada de diversas maneiras. Por exemplo, muitas marcas usam a personalização para enviar emails personalizados e notificações push ou criar recomendações personalizadas de produtos. Isto ajuda a criar uma experiência mais personalizada para o cliente, o que pode ajudar a aumentar as vendas e a satisfação do cliente. A personalização também permite que as marcas construam melhores relacionamentos com os clientes, compreendendo suas necessidades e preferências. AR, VR e o Metaverso AR, VR e o metaverso estão se tornando cada vez mais populares devido ao seu potencial de proporcionar uma experiência de compras envolvente e imersiva. A realidade aumentada (AR) melhora o ambiente ao nosso redor, sobrepondo o conteúdo digital ao nosso mundo físico. AR pode proporcionar aos compradores uma experiência de compra vívida e interativa que de outra forma não seria possível no mundo real. Por exemplo, os clientes poderiam usar o AR para experimentar roupas virtuais ou ver os produtos em 3D antes de fazer uma compra. Isto pode reduzir os retornos devido ao remorso do comprador, já que os clientes terão tido uma visualização precisa do item escolhido antes de se comprometerem a comprá-lo. A realidade virtual (VR) cria um ambiente digital que pode simular experiências da vida real, como visitar uma loja ou experimentar produtos de sua casa. Usando fones de ouvido VR, os compradores podem navegar pelas lojas virtuais e interagir com os itens de uma forma não possível nas compras on-line tradicionais. Isto permite que os clientes experimentem como seria se estivessem lá fisicamente e lhes dá mais confiança ao tomar decisões de compra. O metaverso é um vasto universo digital no qual pessoas, objetos, avatares e aplicações existem em um espaço virtual. Ele permite aos usuários explorar ambientes 3D, comunicar-se com outros através de redes de mídia social baseadas em avatares, e até mesmo fazer transações dentro deste espaço digital compartilhado. No comércio eletrônico, o metaverso abre novas oportunidades para que as empresas ofereçam aos clientes uma experiência de compras imersiva além do que está disponível nas lojas tradicionais de tijolo e cimento ou em sites online. Os clientes podem explorar diferentes linhas de produtos através de lojas virtuais ou participar de eventos ao vivo hospedados dentro do metaverso, sem nunca sair de suas casas. Estas ferramentas, alimentadas pela inteligência artificial, transformam a forma como os usuários interagem com as marcas ecommerce, proporcionando aos compradores um nível de imersão maior não encontrado em nenhum outro lugar. Usando estas tecnologias, as empresas podem criar experiências únicas para os clientes que esbatem a linha entre compras online e offline, ao mesmo tempo em que aumentam o envolvimento do cliente e aumentam as taxas de conversão em geral. À medida que estas tecnologias se tornarem mais amplamente adotadas, provavelmente veremos usos mais inovadores de AR, VR, e o metaverso dentro dos negócios de comércio eletrônico nos próximos anos. Original: 7 E-commerce trends to look out for in 2023

23 de dezembro de 2022
Leticia
É aquela época do ano de novo. 2022 vai e as empresas B2B estabelecem planos para o novo ano, olhando para as principais tendências de exportação digital que moldarão o comércio global em 2023. Este ano, empresas em todo o mundo sofreram vários choques comerciais, desde conflitos globais a preços voláteis de energia e uma inflação crescente. Felizmente, a capacidade de alcançar digitalmente os clientes local e globalmente sem esticar os orçamentos operacionais ajudou a fornecer um importante amortecedor. É aquela época do ano de novo. 2022 vai e as empresas B2B estabelecem planos para o novo ano, olhando para as principais tendências de exportação digital que moldarão o comércio global em 2023. Este ano, empresas em todo o mundo sofreram vários choques comerciais, desde conflitos globais a preços voláteis de energia e uma inflação crescente. Felizmente, a capacidade de alcançar digitalmente os clientes local e globalmente sem esticar os orçamentos operacionais ajudou a fornecer um importante amortecedor. Mas como o comércio digital irá mudar em 2023? O que os vendedores B2B podem esperar da concorrência? Até que ponto as expectativas dos compradores mudarão no próximo ano? Aqui está um resumo das principais tendências de exportação digital a serem observadas em 2023. O que é exportação digital? Como o nome sugere, exportação digital significa se envolver no comércio internacional de exportação usando canais de venda digitais. Normalmente envolve o uso de recursos da internet como mídias sociais, mecanismos de busca e canais ecommerce para alcançar compradores estrangeiros. Ao contrário dos métodos tradicionais de exportação que utilizam canais físicos de venda como conferências internacionais, exposição comercial ou contatos comerciais locais em países estrangeiros, a exportação digital tem várias vantagens. Como acontece através de plataformas eletrônicas, reduz as despesas e o desafio logístico das exportações tradicionais. Por exemplo, você pode encontrar milhares de compradores em um mercado B2B como o Alibaba.com sem a necessidade de obter contatos individualmente. Além disso, a exportação digital através de tal mercado também possui vantagens logísticas, pois oferece uma plataforma única onde você pode coordenar o marketing, as negociações, as vendas e a entrega. Consequentemente, se você é novo em vendas online, vale a pena explorar o que a exportação digital pode fazer por seu negócio. Como você verá na próxima seção, o comércio digital tem sido um salva-vidas para muitas empresas ao longo dos últimos três anos. Comércio e economia global na era pós pandêmica No início da pandemia em 2020, especialistas mais astutos previram que a ruptura da COVID-19 seria o evento mais significativo desta década. Três anos depois, esta posição está se revelando profética, particularmente no que diz respeito à indústria do ecommerce. 2020 provocou uma explosão no comércio eletrônico B2B, com mais micro, pequenas e médias empresas (MSMEs) do que nunca passando para a venda digital. Enquanto o comércio global sofreu, as exportações digitais de bens de consumo aumentaram 14%, em comparação com 2019.1 Mas os efeitos da pandemia não se mantiveram apenas em 2020. Em 2021, as adversidades relacionadas à pandemia causaram choques significativos na economia global. Um forte crescimento na demanda do consumidor, alimentado pelo levantamento dos lockdowns, levou a um aumento na atividade econômica para o ano no setor. Mas o aumento da demanda também causou um grande atraso na oferta, pois os produtores lutaram para recuperar as cadeias de abastecimento das interrupções induzidas pela COVID em 2020. Como resultado, o quadro que define o ano para o comércio global seria o entupimento de portos repletos de navios incapazes de pegar ou largar cargas em atraso, custos de transporte recordes e aumento dos preços da energia. Apesar desses bloqueios, o comércio internacional continuou a desfrutar de um ressurgimento, registrando um valor recorde de comércio mundial de $5,6 trilhões de dólares até o terceiro trimestre de 2021. Durante o mesmo período, as vendas ecommerce cresceram 11%, dando continuidade à impressionante tendência estabelecida em 2020. 2022 ainda não conseguiu manter os ganhos comerciais do ano anterior, no entanto. Embora os think tanks (instituições que desempenham um papel de advocacy para políticas públicas) globais como o Banco Mundial tivessem previsto um crescimento econômico e comercial global mais lento em 2022, outros fatores conspiraram para piorar o desempenho real para o ano. Os altos níveis de inflação de vários anos, a prejudicial guerra Rússia-Ucrânia, os contínuos surtos de COVID-19 na Ásia e uma série de aumentos das taxas de juros globais contribuíram para piorar o desempenho comercial durante o ano. De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), o comércio mundial perderá impulso este ano devido a estes choques. Enquanto se espera que o volume do comércio mundial de mercadorias cresça 3,5% em 2022, estes números provavelmente cairão significativamente para 1% em 2023. A inflação ainda é uma preocupação, com os preços da energia subindo 78% em comparação com o ano passado e os preços dos alimentos subindo 11%, e não há nenhuma desaceleração atualmente em vista. A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) relata números igualmente conservadores, colocando o crescimento econômico global esperado em apenas 2,2%, em comparação com os 3,2% projetados anteriormente. Estas projeções provavelmente significam que as pequenas empresas que enfrentam condições difíceis este ano poderão não ter uma pausa em 2023. Consequentemente, faz sentido que os vendedores preocupados procurem meios para gerenciar seus riscos e reduzir a exposição aos efeitos de uma economia global cada vez mais incerta. A digitalização e uma mudança para a venda online podem ajudar a amortecer esses efeitos e potencialmente fornecer uma plataforma para o crescimento. Importância da transformação digital para MSMEs A transformação digital é o esforço deliberado para melhorar as operações de uma empresa utilizando ferramentas digitais. É uma mentalidade operacional moderna que procura maneiras de alcançar ganhos de eficiência e produtividade através das tecnologias digitais. Como a OCDE sugere, mesmo que a transformação digital seja crucial para as MPMEs, estas empresas muitas vezes precisam ser mais digitais. Por exemplo, pesquisas indicam que, em muitos países, menos de 40% dos funcionários de pequenas empresas utilizam computadores conectados. Ainda menos empresas adotam soluções digitais, tais como plataformas de recursos empresariais e lojas ecommerce em seu trabalho diário. Entretanto, as empresas que adotam a transformação digital em suas operações podem liberar vários benefícios potenciais, incluindo possibilidades de fazê-lo: Reduzir o risco comercial: Muitas empresas enfrentam riscos dramaticamente maiores devido ao ambiente de negócios atual. Por exemplo, o risco operacional da incapacidade de encontrar clientes e dispor de estoques foi uma ameaça para muitas MPMEs durante a pandemia. A digitalização ajudou muitas empresas a combater este risco, pois podiam acessar oportunidades de venda enquanto suas localizações físicas estavam fechadas. Atingir mais clientes: Claramente, a exportação digital apresenta muito mais oportunidades para encontrar, conectar e converter mais compradores. Com as possibilidades quase ilimitadas do comércio digital, as pequenas empresas têm poucas limitações ao alcance e à qualidade das perspectivas a que podem ter acesso. E quando combinam esta vantagem com uma grande estratégia de marketing em uma plataforma útil, elas podem encontrar mais oportunidades de alta qualidade que, em última análise, se convertem em uma venda. Aumentar a produtividade e gerenciar os custos: As pequenas empresas que implementam a transformação digital podem reduzir custos e aumentar a produtividade em média de 16%. Você pode economizar tempo com mão-de-obra de baixo valor e reinvestir esse tempo em interações de qualidade que fazem seu negócio crescer. Da mesma forma, as empresas com canais de venda digital acabam gastando menos na aquisição de novos clientes e podem se expandir internacionalmente a um custo reduzido. Aumente os lucros da empresa: A transformação digital também ajuda a desbloquear maiores lucros e presença comercial. Por exemplo, um estudo revelou que 85% das empresas que implementam processos digitais adquiriram maior participação de mercado. Elas também conseguiram aumentar o valor da empresa em 25%. Garantir a segurança dos negócios: Em última análise, é importante reconhecer que a escolha de entrar no digital é escolher a certeza em um mundo de negócios imprevisível. Em meio a choques na cadeia de oferta e demanda, surtos virais duradouros e um cenário geopolítico instável, a realidade para as pequenas empresas é que toda vantagem conta. Se essa vantagem consiste em ter uma maneira confiável de vender através de choques de oferta e demanda, então vale a pena dar uma olhada mais de perto. As 7 tendências de exportação digital para 2023 No próximo ano, algumas tendências duradouras continuarão, como o aumento da personalização e do live marketing no ecommerce B2B. Mas algumas novas tendências tomarão o centro das atenções, como uma queda no tempo que os consumidores passam online. Estar atualizado sobre estas tendências, e compreender seus dados subjacentes, será crucial para o sucesso comercial em 2023. Vamos mergulhar no assunto. Migração digital Discutimos como mais empresas fizeram a transição para a venda digital desde 2020. Esta tendência deve continuar em 2023. De acordo com dados da OCDE, 70% das pequenas empresas pesquisadas disseram que o impacto da COVID-19 impulsionou elas a fazer maiores investimentos em tecnologias digitais. Com os choques duradouros da pandemia, mais empresas se tornarão digitais. A relativa certeza da venda digital será exatamente o que muitas empresas precisarão para manter as operações em andamento no próximo ano. Uma implicação desta tendência é que os vendedores online B2B provavelmente verão maior concorrência no próximo ano. Se seus concorrentes ainda não estiverem online, as probabilidades são de que eles se tornem online em 2023. Consequentemente, se seu negócio ainda não for digital, você deve planejar a transição até o próximo ano. Marketing e administração digital Mais pequenas empresas encontrarão seu caminho online em 2023. Mas muitos dos recém chegados procurarão fazer uma entrada gradual no espaço de venda digital. A OCDE sugere que os novos participantes do mercado digital deem prioridade ao marketing eletrônico e às funções administrativas. O marketing digital já é um grande atrativo para as empresas, especialmente considerando que 93% de todas as interações na Internet acontecem através de mecanismos de busca. Com o marketing digital, os novos participantes podem começar a trabalhar imediatamente para ganhar uma parte dessas interações. Também é provável que haja um aumento nas empresas que utilizam ferramentas digitais para fins administrativos. Por exemplo, produtos populares como Notion, Evernote, e Canva são opções que as empresas podem empregar para tarefas de organização e de escritório. Data-led marketing O marketing é cada vez mais um exercício preciso e focado em perspectivas específicas. Estamos agora muito além dos dias das estratégias de marketing B2B, que se baseiam em adivinhações. Com o marketing baseado em dados ou Data-led, as empresas estão introduzindo maior precisão em seu marketing. Como resultado, elas podem produzir melhores resultados e obter mais insights a partir de conjuntos de dados anteriormente opacos. Parte desta capacidade surge de melhores ferramentas que permitem às empresas acessar e explorar tipos de dados mais amplos. Há uma maior variedade de dados que permite às empresas planejar, testar e lançar campanhas de marketing bem sucedidas. As empresas também podem aplicar melhores dados para avaliar e aprender com as campanhas de marketing. Personalização A personalização através de vários pontos de contato comerciais continua a ser uma tendência chave para as exportações digitais. Os clientes não querem se sentir como apenas um dos milhares - eles querem se sentir vistos e ouvidos. Como vocês implementam a personalização em suas práticas comerciais? Comece incorporando detalhes pessoais na comunicação com o cliente. Por exemplo, você está enviando emails frios? O simples fato de se dirigir ao cliente pelo seu nome pode ajudar. Você também pode pesquisar as necessidades exclusivas do cliente e incorporar isso em sua proposta. Outras formas que os clientes procuram personalização incluem como lhes são oferecidos serviços e produtos. Por exemplo, um cliente que comprou de você espera que você conheça suas compras anteriores e que aproveite essa informação durante uma compra repetida. Tempo gasto online As pessoas normalmente passam entre seis e sete horas na Internet. De acordo com as estatísticas, a pessoa média passa cerca de 40% de sua vida acordada acessando um dispositivo ou serviço habilitado para internet. Mas essas estatísticas têm caído recentemente. O tempo médio gasto online caiu de 6,53 horas no quarto trimestre de 2021 para 6,47 horas. Embora esta queda não seja significativa, é um indicador de um provável pico no tempo total que as pessoas passam usando a Internet. Como resultado, a oferta de conteúdo digital aos usuários pode se tornar mais complicada para as empresas. Há agora uma necessidade maior de garantir que eles estejam fornecendo valor duradouro. Caso contrário, eles podem encontrar usuários deixando seu conteúdo para outros consumíveis digitais. Vídeo marketing O vídeo é um meio atrativo devido à sua capacidade de se engajar mostrando. Portanto, não surpreende que o vídeo marketing continue a ganhar terreno na exportação digital. Plataformas como a Alibaba.com incorporam o vídeo em seus canais de marketing para ajudar a fomentar um maior envolvimento com os compradores. Embora os vídeos em forma curta sejam atualmente os mais populares, há espaço para crescimento no consumo de vídeos em forma longa e ao vivo. O mais importante é garantir que os potenciais clientes vejam imagens que se alinhem com suas intenções de compra. Mensagens em tempo real Finalmente, junto com a crescente preferência dos compradores por serviços rápidos, o envio de mensagens em tempo real está surgindo como uma tendência chave para as exportações digitais B2B. Os compradores não querem esperar horas ou dias para receber respostas de vendedores B2B. Consequentemente, os vendedores estão implementando métodos para garantir o engajamento do comprador em tempo real ou quase em tempo real. Estes incluem o uso de chatbots incorporados em sua loja de comércio eletrônico. Para os vendedores com presença nos mercados B2B, uma opção é empregar aplicativos que possam ser acessados de qualquer lugar. Original: 7 Digital Export Trends for 2023

20 de dezembro de 2022
Leticia
Quer você esteja importando mercadorias do exterior ou vendendo para compradores internacionais, o pagamento é uma questão importante que deve ser resolvida com antecedência. Entretanto, devido à natureza frequentemente complicada do comércio internacional, o pagamento nestas circunstâncias não é muitas vezes simples. Há vários processos complexos envolvidos e muitas opções a serem consideradas para como esses pagamentos podem ser feitos - geralmente chamados de condições ou métodos de pagamento. Acrescente o fato de que as condições de pagamento que você escolhe podem ser um fator para determinar o quão atraente é sua oferta, e as coisas ficam ainda mais imprevisíveis. Quais são os tipos de métodos de pagamento que você deve saber, e como eles se comparam entre si? Este guia mergulha profundamente nas condições de pagamento no comércio internacional, incluindo seu significado, como elas funcionam e como decidir o que é melhor para você. Termos de pagamento no comércio internacional Quando se trata de comércio internacional, o processo de compra e venda pode ser prolongado, e muitas vezes complicado. Portanto, é compreensível você se sentir aliviado após concluir uma venda com a outra parte acordando um preço. Mas acordar um preço é apenas uma parte do processo de pagamento. Você ainda precisa concordar sobre como o pagamento será feito, e quando. É aqui que entram os termos de pagamento. Os termos de pagamento são as condições que as partes no comércio internacional concordam para completar a transação. Eles são frequentemente referidos como os métodos de pagamento que os exportadores e importadores podem utilizar para finalizar seu negócio comercial. Os termos de pagamento tratam de muitas questões importantes relacionadas ao acordo comercial. Estes incluem se o pagamento será feito antes da entrega, quem mantém a propriedade da mercadoria antes da entrega, e como o pagamento será feito. Obviamente, o pagamento é uma parte importante na obtenção de uma transação comercial lucrativa, quer você esteja exportando ou importando mercadorias. Mas as condições de pagamento que são utilizadas podem desempenhar um papel ainda mais importante para atrair bons negócios em primeiro lugar, especialmente para os vendedores. Os compradores idealmente querem atrasar o pagamento o máximo possível, de preferência até receberem ou mesmo venderem as mercadorias. Os vendedores também querem receber o pagamento o mais cedo possível, de preferência antes de enviar a mercadoria ou imediatamente após seu recebimento. Tudo isso faz com que encontrar as condições de pagamento corretas seja um ato de equilíbrio que ambas as partes querem obter de forma correta. Dito isto, vamos avançar junto aos tipos de condições de pagamento no comércio internacional e como elas funcionam. 5 tipos de métodos e condições de pagamento Há cinco grandes métodos de pagamento que você verá com frequência as partes adotarem no comércio internacional. Estes são Dinheiro Adiantado, Carta de crédito, Cobranças Documentárias, Conta Aberta e Consignment. Discutiremos cada um deles abaixo. Cash in advance Também chamado de "pagamento adiantado" ou "dinheiro com ordem", Cash in advance significa exatamente como soa. É um método de pagamento mais simples onde o importador (geralmente o comprador) paga a mercadoria antecipadamente e antes do embarque. O pagamento pode ser feito por qualquer meio acordado entre o exportador e o importador. As opções mais populares incluem transferência bancária, cheque internacional e pagamento por cartão de débito. Este prazo de pagamento favorece claramente o exportador, pois significa que ele recebe o pagamento enquanto ainda está de posse da mercadoria. Um procedimento típico para as partes que utilizam este método é concordar que uma porcentagem fixa do preço será paga antes do início da produção. Após a produção, todo ou a maior parte do preço pendente será pago antes do embarque. Eles podem então concordar que qualquer quantia restante será paga no recebimento da mercadoria pelo importador. O pagamento em dinheiro antecipadamente representa um grande risco para o importador. Porque isto os coloca em uma posição onde o exportador ainda tem a propriedade e posse da mercadoria e já recebeu o pagamento pela mercadoria. Também cria uma situação desfavorável de fluxo de caixa para o importador porque ele tem que pagar todo o preço em dinheiro - uma posição que a maioria dos compradores tenta evitar. Obviamente, esta opção de pagamento só estará disponível em raras situações. Isto pode incluir onde o tamanho do pedido é muito pequeno, ou situações em que o exportador está em uma posição de negociação muito forte (tais como onde as mercadorias são escassas). Também pode ser uma opção para exportadores que não estão convencidos do caráter do importador, ou onde o importador confia completamente no vendedor. Como resultado, os exportadores muito raramente oferecerão este prazo de pagamento porque ele representa um risco muito grande para o comprador. Se você quiser atrair mais vendas ou um maior calibre de compradores, você precisará ser mais flexível com seus prazos de pagamento, exceto quando as circunstâncias especiais mencionadas acima existirem. Carta de crédito (L/C) A carta de crédito é uma das condições de pagamento mais conhecidas no comércio internacional. É também um dos métodos de pagamento mais seguros disponíveis. Este método de pagamento é bastante popular no Oriente Médio e na China. Ela envolve um processo de pagamento que é conduzido por um banco em nome do importador. A carta de crédito é um documento que funciona como garantia pelo banco dizendo que pagará ao exportador pela mercadoria uma vez que certos termos e condições sejam cumpridos. Estes termos e condições são tipicamente incluídos na própria carta de crédito, e em sua maioria têm a ver com a inspeção dos documentos que acompanham a mercadoria, e não a mercadoria em si. Antes que um importador possa obter uma carta de crédito, ele deve ser capaz de satisfazer seu banco de crédito. Quando o banco concluir o pagamento em nome do importador, ele se voltará para o importador para obter o reembolso. Isto é normalmente baseado em termos acordados entre o importador e o banco. As cartas de crédito são aplicáveis principalmente em situações em que o exportador e o importador têm uma relação comercial nova e não testada. Elas também podem ser uma boa opção quando o exportador não está satisfeito com a idoneidade creditícia do importador ou não está em condições de confirmar isto. De qualquer forma, uma carta de crédito oferece menos riscos para o exportador, uma vez que eles têm uma garantia sólida de pagamento. Este prazo de pagamento tem, porém, suas desvantagens. Para um, é geralmente considerado muito caro, pois os bancos envolvidos normalmente cobrarão taxas significativas. As taxas variam dependendo da classificação de crédito do importador e da complexidade da transação. Além disso, o banco geralmente não inspeciona as mercadorias enviadas pelo exportador. Isto significa que pode não haver provisão para estabelecer a qualidade das mercadorias no processo. Cobranças Documentárias (D/C) A Cobrança Documentária é um prazo de pagamento muito equilibrado que proporciona uma exposição quase igual ao risco para exportador e importador. Este método é completado exclusivamente entre os bancos que agem em nome de ambas as partes. O processo começa quando o exportador embarca a mercadoria e envia os documentos necessários para reclamar a mercadoria ao importador. Estes documentos geralmente incluem o Conhecimento de Embarque ou Bill of Lading. O importador também apresenta o pagamento ao seu banco com a instrução de que o pagamento deve ser feito após a confirmação dos documentos. Assim que os documentos forem confirmados, os documentos serão liberados para o importador, permitindo que ele reclame os documentos. Desta forma, as cobranças documentárias funcionam quase como caução (que permite depositar o pagamento junto a um terceiro até a conclusão do contrato). Há dois métodos principais dentro deste prazo de pagamento. Eles são documents against payment (DAP) e documents against acceptance (DA). Documents against payment (DAP): Aqui, o acordo é que o banco liberará o pagamento ao exportador ao receber os documentos. Nenhum atraso no pagamento é esperado aqui, e uma vez que os documentos são mostrados (e encontrados regularmente), o pagamento deve ser completado. Documents against acceptance (DA): Aqui, o acordo é que os documentos serão entregues ao banco do importador assim que houver um compromisso firme de pagamento em uma data fixa. Isto significa que o pagamento não é recebido imediatamente, mas em uma data acordada entre as partes. Como este método de pagamento é relativamente equilibrado, ele não expõe nenhuma das partes a riscos excessivos. O vendedor só libera a propriedade e a posse da mercadoria quando o pagamento ou um compromisso firme de pagamento é recebido. O comprador só paga quando vê os documentos da mercadoria, ou mesmo depois de receber a entrega física. Este método também envolve menos custo total do que uma carta de crédito, e pode ser estabelecido em menos tempo. Entretanto, assim como a carta de crédito, o foco de ambos os bancos está nos documentos, e não necessariamente nas mercadorias em si. Isto significa que pode ser mais difícil descobrir um problema com a qualidade da mercadoria antes que o pagamento seja feito. O método de pagamento também oferece muito pouco recurso para o exportador no caso de o importador não pagar pela mercadoria. Além disso, as Cobranças Documentárias apresentam um método de pagamento equilibrado tanto para o exportador quanto para o importador. Conta aberta (O/A) Este prazo de pagamento envolve um acordo comercial em que o exportador concorda em entregar a mercadoria ao importador sem receber o pagamento até uma data posterior. O pagamento geralmente vence após um período acordado, normalmente 30, 60, ou 90 dias após a entrega. Portanto, o importador essencialmente recebe a mercadoria a crédito, com pagamento a seguir em uma data posterior. Claramente, esta forma de pagamento favorece o importador, uma vez que ele desfruta da posição de receber a mercadoria sem fazer o pagamento. Pode ter o efeito de reduzir suas despesas operacionais, já que eles podem simplesmente encomendar a mercadoria e tentar vender completamente antes de ter que pagar ao exportador. Também reduz sua necessidade de capital de giro, pois não precisam se preocupar em liberar fundos para completar o pagamento antes de receberem a mercadoria. Devido a estas vantagens, os importadores estão sempre interessados em encontrar exportadores que ofereçam condições de pagamento em conta aberta. Em um mercado de compradores (um mercado onde há mais mercadorias e menos demanda), você pode ver os termos de conta aberta como o modo de pagamento dominante. Exportadores que também querem demonstrar confiança em um cliente valioso ou que querem atrair uma conta valiosa podem estar mais dispostos a oferecer estas condições. Entretanto, é preciso ter em mente que a conta aberta também é muito arriscada para os exportadores. Os riscos de não pagamento, atraso no pagamento, falência e outros eventos inesperados são muito altos nesta transação. Além disso, os exportadores têm essencialmente que produzir as mercadorias e enviá-las sem receber o pagamento. Isto pode deixá-los com menos capital de giro do que eles gostariam. Em geral, este prazo de pagamento tem o potencial de colocar os exportadores em uma posição muito delicada. Por estas razões, é muito comum ver os exportadores tentarem proteger sua posição explorando opções de financiamento comercial. Estes são essencialmente mecanismos que ajudam o exportador a se proteger contra perdas, pendentes quando recebem o pagamento integral do importador. Opções populares que os exportadores podem explorar incluem o seguro de crédito à exportação e o factoring. Você só deve explorar esta opção em situações em que você tenha uma relação comercial de baixo risco com o importador. Outra possibilidade é onde há uma demanda muito baixa ou onde você está procurando conquistar clientes importantes. Consignment O último método de pagamento principal que você deve conhecer é a Consignação. Aqui, o exportador produz, envia e entrega a mercadoria ao comprador, mas só cobra o pagamento após a mercadoria ter sido vendida. Você pode ver frequentemente este termo de pagamento sendo usado por exportadores que têm distribuidores ou agentes de terceiros em países estrangeiros. Talvez seja mais raro encontrar esta situação nas relações normais de vendedor-comprador. A raridade deste termo de pagamento é baseada em uma razão simples - o incrível risco que ele representa para os exportadores. O exportador suporta todos os custos de produção, expedição e entrega da mercadoria ao importador. Além disso, enquanto as mercadorias estão na posse do importador, elas normalmente continuam a ser propriedade do exportador. Isto significa que quando há um evento como incêndio, roubo, tempestade ou outros danos, é o exportador que suporta a perda. O exportador também assume o risco de não pagamento ou atraso no pagamento por parte do importador. Isto se soma ao risco de que a mercadoria não possa sequer ser vendida tão bem quanto as partes esperavam. Como resultado, os exportadores estão compreensivelmente relutantes em oferecer ou aceitar estas condições dos compradores. O prazo de pagamento é mais aplicável quando há uma relação existente entre o exportador e o importador. O importador precisa ser respeitável e confiável, e a mercadoria deve ter sido enviada para um país que seja política e comercialmente seguro. Além disso, este prazo de pagamento simplesmente não pode ser realizado sem a implementação de medidas de seguro adequadas e sem o aproveitamento de opções de financiamento comercial, quando disponíveis. Quando o exportador é capaz de se proteger bem, a consignação também pode trazer vantagens para ele. Pode ser uma boa oportunidade para os exportadores entrarem em novos mercados, reduzir os custos de manutenção de estoque (permitindo assim preços mais baixos), ou simplesmente disponibilizar as mercadorias muito mais rapidamente (levando a vantagens competitivas). Outros termos financeiros que você deve saber sobre Além das principais condições de pagamento, há alguns outros termos que evoluíram ao longo dos anos. Aqui estão alguns termos que você deve conhecer: Bank payment obligation(BPO): Este é um dos novos termos de pagamento que estão sendo oferecidos nos tempos modernos. O processo envolve dois bancos - um banco obrigatório que age em nome do importador e um banco recebedor que age em nome do exportador. O banco devedor assina um compromisso irrevogável de pagar o preço da mercadoria ao banco recebedor em uma data acordada. O pagamento é feito quando há uma correspondência bem sucedida de dados eletrônicos relacionados com o acordo comercial. Confirmed letter of credit: Esta é essencialmente uma carta de crédito, mas com uma diferença importante. Aqui, a carta de crédito emitida pelo banco do importador é confirmada por outro banco da escolha do exportador. A confirmação é mais do que apenas verificar se o banco do importador é solvente e capaz de pagar. O banco do exportador também concorda em pagar ao exportador se o banco do importador não pagar. Como se comparam as condições de pagamento? Agora, vamos ver como as condições de pagamento se comparam umas com as outras em termos do risco envolvido, e os prós e contras de cada condição de pagamento. Aqui está uma tabela que mostra o nível de risco de cada prazo para o exportador e o importador. Os prós e contras de cada prazo de pagamento afetam diferentemente o exportador e o importador. Eis como estes prós e contras se acumulam. Cash in advance Para o exportador/vendedor ✅Prós: Permite ao exportador recolher a maior parte ou todo o pagamento antes do embarque; Proporciona fluxo de caixa favorável. ❌Cons: Nenhuma desvantagem real Para Importador/Comprador ✅Prós: Aumenta a confiança com o vendedor, especialmente onde as mercadorias são realmente escassas. ❌Cons: Representa o maior risco devido à possibilidade de não entrega ou entrega de mercadorias de baixa qualidade; situação de fluxo de caixa potencialmente desfavorável, especialmente se a compra foi financiada. Carta de crédito (L/C) Para o exportador/vendedor ✅Prós: Aplicável em muitos países; Garantia de pagamento garantida por um banco ❌Cons: Potencialmente sem recurso em caso de não pagamento pelo banco Para Importador/Comprador ✅Prós: Nenhum pagamento até a entrega e inspeção dos documentos. ❌Cons: Não inclui a inspeção da mercadoria por qualidade; a instalação é bastante cara. O processo também é difícil de ser estabelecido. Cobranças Documentárias Para o exportador/vendedor ✅Prós: Só solta os bens mediante pagamento ou recebimento de compromisso firme de pagamento; relativamente pouca exposição ao risco, já que a propriedade e a posse não são transferidas até o pagamento. ❌Cons: Termos de DA podem significar que o pagamento não vem, mesmo após a entrega; Existe o risco de que o comprador deixe de pagar em uma data fixa para termos de DA; Potencialmente não há recurso se o comprador deixar de pagar, uma vez que a transação não é garantida por um banco. Para Importador/Comprador ✅Prós: Só paga pelas mercadorias mediante inspeção de documentos por regularidade; potencialmente permite a entrega e posse de mercadorias antes do pagamento, especialmente para termos de DA. ❌Cons: Não inclui inspeção para qualidade da mercadoria entregue. Conta Aberta Para o exportador/vendedor ✅Prós: Termo muito lucrativo para atrair importadores no mercado de compradores. ❌Cons: Risco de não pagamento ou pagamento atrasado que potencialmente esticará o capital de giro do exportador; deve fatorar o custo extra de garantir o seguro, ou utilizar opções de financiamento comercial. Para Importador/Comprador ✅Prós: Permite a posse e venda potencial de mercadorias antes do pagamento; Pode permitir flexibilidade no capital de giro, já que não há necessidade imediata de pagar pelas mercadorias; Pode vender mercadorias e recuperar lucros antes de pagar pelas mercadorias, dependendo do período de crédito; Potencialmente reduz as despesas operacionais. ❌Cons: Nenhuma desvantagem real Consignment Para o exportador/vendedor ✅Prós: Potencialmente ajuda a fornecer bens mais rapidamente, levando a ganhos de concorrência; Permite acesso pronto a novos mercados; Elimina o custo de manter estoques, potencialmente permitindo espaço para oferecer um preço mais competitivo. ❌Cons: Suporta todos os custos de produção, envio e entrega ao importador; Pode não recuperar custos se as mercadorias não venderem como esperado; Continua a manter a propriedade das mercadorias, mesmo após a entrega, e suportará os custos de perda, roubo ou danos. Para o Importador/Comprador ✅Prós: Elimina o custo de aquisição de bens, minimizando assim os custos operacionais; Não suporta o risco dos bens, uma vez que a propriedade não passa. ❌Cons: Se a mercadoria não for vendida, terá assumido uma perda nos custos de estoque. Como escolher entre as condições de pagamento? O delicado ato de equilíbrio necessário ao decidir sobre as condições de pagamento significa que é pouco provável que seja uma tarefa fácil. Ao tomar sua decisão sobre as condições a serem oferecidas, as seguintes dicas serão úteis: Considere suas necessidades financeiras e seus pontos fortes. Pense em sua posição de negociação. Se você estiver em uma posição mais forte, poderá exigir termos mais favoráveis. A outra parte vem de um país com risco comercial ou político significativo? Você pode querer um prazo mais seguro aqui. Em certos setores, termos específicos são geralmente utilizados. Por exemplo, na indústria alimentícia e têxtil, é comum ver coleções documentais sendo usadas, enquanto cartas de crédito são comuns no petróleo e no gás. As condições prevalecentes no mercado podem ser importantes. Se for um mercado de vendedores, você pode ser capaz de estabelecer os termos mais favoráveis para você como exportador. Em geral, é importante ter em mente que você não precisa escolher apenas um destes termos para toda a sua transação. Uma mistura de termos pode ser aplicada em diferentes etapas, como antes da produção, antes do embarque e no momento da entrega. Considere como uma combinação destes termos pode proporcionar uma transação mais equilibrada para você. Conclusão Decidir sobre as condições de pagamento é uma parte importante do comércio internacional. Embora o processo de estabelecer estes termos possa ser difícil, o trade-off positivo é que você é capaz de minimizar os riscos do comércio - o que é sempre uma coisa boa. Original: A Guide to Payment Methods in International Trade for Exports & Imports - Alibaba Blog