
6 de junho de 2023
Daiane
Nos últimos anos, presenciamos um avanço significativo no cenário das exportações, impulsionado pelo rápido desenvolvimento de tecnologias e inovações. Esses avanços transformaram a forma como as empresas se envolvem no comércio internacional, abrindo novas oportunidades e desafios. A globalização e a inclusão da internet desempenharam um papel fundamental no crescimento das exportações. A conectividade digital permitiu que empresas de todos os tamanhos alcançassem mercados distantes com maior facilidade, estabelecendo relações comerciais além das fronteiras físicas. A comunicação instantânea e eficiente tem encurtado as distâncias e facilitado o acesso a informações essenciais para o Comércio Exterior. Além disso, as tecnologias avançadas têm desempenhado um papel crucial na otimização das operações de exportação . A automação de processos, o uso de sistemas de gerenciamento logístico e a aplicação de análise de dados, têm melhorado a eficiência e a produtividade nas cadeias de suprimentos internacionais. Isso resulta em prazos de entrega mais curtos, maior rastreabilidade e redução de custos, tornando as exportações mais competitivas. O desenvolvimento de tecnologias no setor de transporte, também tem forte relevância para o transporte de produtos. Os avanços na aviação, como a criação de aeronaves mais eficientes e a expansão de rotas aéreas, reduziram o tempo e os custos envolvidos no transporte de mercadorias. Além disso, melhorias nos sistemas de navegação e monitoramento de cargas têm garantido maior segurança e eficiência no transporte marítimo e terrestre. Transformando o cenário das exportações: O papel das tecnologias e inovações no comércio internacional Outro avanço notável é o desenvolvimento de plataformas de comércio eletrônico e mercados globais. Plataformas online, como Alibaba, Shein e Shopee, permitiram que empresas de todos os portes alcançassem consumidores ao redor do mundo. Embora essa tecnologia facilite o acesso a mercados internacionais e estimula as exportações de diversos produtos. Isso democratiza o acesso ao mercado global e abre novas perspectivas para negócios de diversos setores. Além disso, tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial, Big Data, Internet das Coisas (IoT) e Blockchain, estão revolucionando as operações de comércio internacional. Essas inovações proporcionaram maior visibilidade e transparência nas transações comerciais, melhoraram a segurança, a confiabilidade e a eficiência dos processos de exportação. Com uma preocupação crescente com a sustentabilidade e a redução das emissões de gases como o carbono, as energias renováveis têm ganhado destaque nos últimos anos. Tecnologias como energia solar , eólica, hidrelétrica e biomassa têm se tornado fontes de energia cada vez mais eficientes e acessíveis. Isso tem impulsionado as exportações de equipamentos e soluções relacionadas a energias renováveis, como painéis solares, turbinas eólicas e sistemas de processamento de energia. A busca por alternativas mais limpas e responsáveis têm levado muitos países a investirem nessas tecnologias e importarem soluções inovadoras de outros países, impulsionando o comércio global nesse setor. Além disso, a implementação de tecnologias verdes e a adoção de práticas sustentáveis têm se tornado diferenciais competitivos importantes para as empresas exportadoras. A convergência entre globalização, conectividade digital e inovação tem criado novas oportunidades e ampliado o alcance das empresas no mercado global, porém, é fundamental que as organizações se adaptem a essas mudanças, aproveitando as tecnologias disponíveis para se destacarem e alcançarem o sucesso nas exportações. Imagem principal: Blue Planet Studio/ Adobe Stock

30 de maio de 2023
Daiane
Jack Ma fundou o Alibaba.com em 1999, com a intenção de incluir os chineses no meio digital e conectar empresas chinesas aos mercados internacionais. Por meio dessas plataformas, o Alibaba oferece às empresas chinesas uma presença global, permitindo-lhes acessar mercados internacionais e expandir suas exportações. O marketplace facilita o comércio transfronteiriço, fornecendo serviços de logística, pagamentos seguros e suporte para a conformidade regulatória. Isso simplifica o processo de exportação para as empresas chinesas, tornando mais fácil para elas alcançarem clientes em todo o mundo. A visão empreendedora de Jack Ma e a criação do Alibaba abriram novas oportunidades para as exportações chinesas e ajudaram a expandir essas exportações globais. O Alibaba se tornou um facilitador crucial para empresas chinesas que desejam se envolver no comércio internacional e alcançar um público global. Conectando o mundo na expansão global Desde a sua criação, a plataforma vem desempenhando um papel significativo na expansão global das exportações. Como uma das maiores plataformas de comércio eletrônico do mundo, o Alibaba conecta compradores e vendedores de todo o mundo por meio de suas diversas plataformas, como o Alibaba.com, AliExpress e Taobao. Além disso, o Alibaba também oferece ferramentas de marketing e publicidade, permitindo que as empresas aumentem sua visibilidade e alcancem um público maior. A plataforma permite que as empresas criem suas próprias lojas online, listem seus produtos e utilizem estratégias de marketing digital para atrair compradores internacionais. Embora o Alibaba também promova uma cooperação comercial entre diferentes países por meio de iniciativas como a "Belt and Road" , que visa fortalecer as relações comerciais entre a China e outras nações. A empresa tem sido um parceiro-chave para muitas companhias envolvidas nessa iniciativa, facilitando o comércio e a colaboração em várias regiões do mundo. Contudo, apesar da d esaceleração na atividade econômica da China devido à pandemia , o Alibaba conseguiu registrar conquistas durante esse período desafiador. A empresa alcançou um marco impressionante, ultrapassando a marca de 1 bilhão de consumidores ativos na China . Isso demonstra a escala e o alcance massivo que o Alibaba possui no mercado chinês. Imagem principal: Suriyo/Adobe Stock modificada por IEST.

17 de maio de 2023
Daiane
A Organização Internacional do Café, conhecida como OIC, divulgou uma lista com os maiores consumidores de café. E no presente artigo, conheceremos um pouco sobre a cultura de um dos principais consumidores do produto; veja o consumo de café na Suíça: Logo abaixo, confira uma lista com os tópicos que serão abordados no conteúdo, sobre o consumo de café na Suíça. Confira: Consumo de Café na Suíça: o sétimo maior consumidor Consumo de Café na Suíça: as cápsulas de café moído fresco Consumo de Café na Suíça: uma grande exportadora Consumo de Café na Suíça: as principais cafeterias Consumo de Café na Suíça: as tradicionais refeições O sétimo maior consumidor O consumo de café na Suíça se estabeleceu na sétima colocação do ranking dos maiores consumidores do produto. A OIC divulgou uma lista com os principais consumidores de café e os suíços ficam atrás apenas das seguintes nações: Finlândia Noruega Islândia Dinamarca Holanda Suécia Os suíços consomem aproximadamente 7.9 kg per capita anualmente. O portal Cafetier Suisse listou um ranking do número de xícaras consumidas por cidadãos em suas respectivas nações e os suíços consumiram nada mais nada menos do 1.110 xícaras de café por ano. Em outros momentos, o Euromonitor Internacional listou uma ordem de xícaras de café consumidas diariamente, e de acordo com o portal, os suíços bebem cerca de 3 xícaras de café por dia. O consumo de café na Suíça e as cápsulas de café As cápsulas de café se tornaram uma tendência mundial, altamente consumida em alguns países e nem tanto em outras. De acordo com o NeoFeed, o Brasil tem apenas 13% do café consumido representado em cápsulas. Por outro lado, o consumo de café na Suíça é bem representado pelas populares cápsulas. O Euromonitor Internacional garante que boa parte do café na Suíça é consumido através do uso das cápsulas. Segundo o portal, isso se deve ao fato de as cápsulas serem mais práticas para a correria do dia a dia. No entanto, não são cápsulas quaisquer. O Euromonitor Internacional afirma que os suíços possuem uma certa preferência pelo café moído fresco em cápsulas. Uma grande exportadora mundial Além de uma nação que se destaca pelo elevado consumo do grão, os suíços estão se fortalecendo cada vez mais entre os maiores exportadores da bebida. O site especializado no consumo, exportação e importação de café, Cafeicultura, afirma que a Suíça exporta mais café torrado do que queijo e chocolate, por exemplo. Vale ressaltar que os dois alimentos são típicos da cultura Suíça. Café Verde e o Brasil Os suíços exportam café inclusive para o Brasil, o maior exportador e produtor do produto. Ainda de acordo com o Cafeicultura, Suíça e Brasil possuem uma boa relação comercial, afinal os brasileiros são os principais exportadores do café verde. A Suíça vai se estabelecendo como uma das grandes fornecedoras de café mundial, utilizando a matéria prima de países como Brasil, Colômbia e Vietnã. Os suíços importam, agregam valor e exportam valendo cada vez mais. As principais cafeterias Diariamente os suíços costumam consumir café realizando suas tarefas diárias, mas também existe a famosa pausa para o cafezinho. O blog Calor nos Alpes, destaca algumas boas cafeterias para se retirar um café na correria do cotidiano, ou, para se aconchegar e curtir um bom café. Babu’s Bakery & Coffeehouse O Calor nos Alpes destaca que o estabelecimento chama atenção por ter o estilo casa de vovó. Aconchegante e relaxante, possui um ambiente rústico e despretensioso. Enquanto o cardápio oferece opções para um coffee break e também para brunchs e almoços. É uma das principais cafeterias de Zurique. The Gallery Zurich Como o próprio nome sugere, é uma galeria. O portal Calor no Alpes conta que dentro do estabelecimento existem diversas lojas e marcas como: Guess, Marc ‘O Polo, Trussardi, e assim por diante. Além do ótimo café, eles são conhecidos por servirem também ótimos chás, sucos e smoothies. Possuem em seu cardápio um menu enxuto com algumas comidas para passar o tempo. Michbar Cafe Zurich Localizado de maneira “escondida” entre a principal rua da cidade e o centro histórico de Zurich, a cafeteria é um clássico local. O Calor nos Alpes revela que os moradores locais costumam passar pelo local para degustar de um bom café e se esconder da correria do dia a dia. De acordo com o portal, o lugar funciona como um café, um restaurante simples e um bar de bebidas mais light no fim do dia. Beckeria O Calor nos Alpes conta que a Beckeria é um café moderno, com um bom ambiente, música suave e comida de extrema qualidade. O portal conta também que, o local é popular por receber grupos de amigos, colegas de trabalho e se destaca por ser um bom lugar para estes encontros. Os pratos típicos Vários pratos suíços combinam com uma bela xícara de café e alguns aceitam perfeitamente um bom café após a refeição. O queijo, um dos grandes marcos da culinária suíça, é mencionado em diversas receitas. Confira abaixo uma lista com algumas receitas típicas do povo suíço. Zopf: há muitos estilos e tipos de pães na Suíça: doces, salgados, entre outros. Um pão que chama a atenção é o Zopf. Com formatos que lembram uma trança, o pão tem um sabor leve e amanteigado; Birchermüesli : é o típico café da manhã suíço. Um acompanhamento feito com aveia, cereais, frutos secos, suco de limão e leite condensado. Raclette: olha o queijo aí: o raclette é uma preparação culinária de queijo assemelhada ao fondue. Pode ser “despejado” em carnes, frutas, massas e assim por diante. Rösti: uma receita que tem como parente sua versão brasileira. O rösti consiste em um tipo de bolinho de batata com casca,algumas versões cozidas e outras não. Costumam, tradicionalmente, serem fritas em manteiga ou gordura. Gipfeli: o tradicional croissant! Com massa folhada e com diversas opções de recheios, o portal Quero Viajar Mais , conta que o prato costuma ser barato e acessível. Imagem principal: Freepik

10 de maio de 2023
Daiane
A International Coffee Organization, localizada em Londres, tornou público um ranking com as nações que mais consomem café. E no conteúdo de hoje, conheceremos mais a respeito de mais um país integrante deste seleto TOP-10 consumidores do café, trata-se da Bélgica. Veja abaixo, veja uma lista com os tópicos que serão abordados no artigo, sobre o consumo de café na Bélgica. Confira: Consumo de café na Bélgica: A oitava potência no ranking dos maiores consumidores Consumo de café na Bélgica: Relação com o chocolate e Douwe Egberts Consumo de café na Bélgica: Produtos exportados para a Bélgica Consumo de café na Bélgica: As principais cafeterias Consumo de café na Bélgica: Os pratos típicos A oitava potência no ranking de consumidores do café Nem só de um incrível chocolate e de saborosas batatas fritas se vive o belga. O consumo de café na Bélgica garantiu a nação na oitava colocação do ranking dos maiores consumidores do grão. De acordo com a Organização Internacional do Café, a OIC, os belgas consomem aproximadamente 6,8 kg de café anualmente. Em outros tempos, além de grandes consumidores, o país também foi considerado um grande produtor do grão. Historicamente falando, o café chegou na Bélgica vindo de Veneza, na Itália. Os grãos eram de origem africana, mais precisamente do Norte da África, onde os comerciantes compravam diretamente dos muçulmanos. O consumo de café na Bélgica, a relação com o chocolate e a Douwe Egberts O chocolate belga é mundialmente conhecido, seja por seu sabor, sua textura ou aroma, os belgas utilizam o chocolate para dar um toque culturista no momento de servir o café. O portal especializado no consumo mundial de café, Cafeicultura, relata que os belgas costumam adicionar um pedaço de chocolate ao café, fazendo assim com que o doce derreta no fundo da xícara. A Organização Internacional do Café, mostra que os belgas consomem mais de 2 xícaras de café por dia. Atualmente, como a renda familiar na Bélgica subiu, os habitantes passaram a consumir um café mais sofisticado, incluindo linhas com o chocolate. De acordo com o portal TOP 10 MAIS, o mercado de café na Bélgica é dominado pela empresa holandesa Douwe Egberts. Douwe Egberts A marca que possui uma quota de mercado de mais de 30%, tem origem holandesa e foi fundada em 1753, por Egbert Douwes e Akke Thijsses. A empresa não domina o ramo do café somente na Bélgica, mas também realiza distribuições por todo o mundo. Em terras brasileiras, a Douwe Egberts é dona de marcas como a Pilão, a Damasco, o Caboclo, o Café do Ponto e a Palheta. Uma das localizações da empresa é encontrada em Bruxelas, capital da Bélgica. Produtos exportados para a Bélgica e o Porto de Bruxelas A Bélgica é um importante aliado comercial do Brasil. Os belgas são um dos países que mais importam do café brasileiro. De acordo com ComexStat o café lidera o ranking de produtos importados do Brasil. O produto é seguido por suco de frutas(2°), tabaco(3°), ouro não monetário(4°) e fechando o TOP-5 na quinta colocação, estão os desperdícios e resíduos de metais. Porto de Bruxelas Um dos destinos do café é o Porto de Bruxelas. Segundo o material do Invest Export Brasil, o porto é responsável por reunir aproximadamente 300 empresas e empregar cerca de 12 mil funcionários. Pelo local, transitam uma média de 18 milhões de toneladas de produtos anualmente. O Porto de Bruxelas oferece todo o serviço de logística como: o transporte, o armazenamento, a administração de estocagem e armazenamento. As principais cafeterias É comum notar o consumo de café na Bélgica em diversos locais. Seja em praças, avenidas e assim por diante. Este alto consumo deriva-se também de cafeterias regionais que servem um bom café. Veja abaixo uma lista de alguns café populares no país onde o café consegue fazer frente com os amados chocolates e também com as populares cervejas belgas. Delirium Café: o portal especialista em viagens, afirma que o local é conhecido por ter a carta de cervejas do mundo, e claro, um bom ambiente para se tomar um café. Grand Place: a praça mais famosa de Bruxelas. O local é cercado de estabelecimentos e possui algumas excelentes cafeterias. Costuma ser um ponto turístico para quem passa por essa região da capital belga. Kaffabar: localizado ao sul de Bruxelas em Saint Gilles, o café é extremamente bem avaliado em sites de viagem, como por exemplo, o tripadvisor e chama atenção por servir um charmoso cappuccino. Café Capitale: o local fica próximo da Grand Place e possui uma diversidade de cafés, o blog losmundosdeleire.com , afirma que o espaço oferece uma decoração moderna e um ambiente jovem. Os pratos típicos Naturalmente, algumas comidas belgas são mais populares do que outras, como por exemplo a cerveja, o chocolate e as batatas fritas. Algumas receitas combinam perfeitamente com um cafezinho e abaixo uma lista com algumas dessas receitas: Waffles: os mundialmente conhecidos Waffles belgas. Tipicamente, podem ser divididos em dois tipos. O primeiro é o gaufre de Bruxellas, mais retangular e normalmente consumido com frutas, sorvetes e caldas. Enquanto o segundo, é o gaufre de Liège, este é mais doce e mais denso, e pode ser visto sendo consumido puro, mas também se encaixa perfeitamente com uma variedade de recheios. Speculoos: conhecida em alguns cantos como Gingerbread, a simpática bolachinha pode ser encontrada em diversas docerias e é comum encontrá-la sendo servida junto do café. Sirop de Liège: uma típica geleia belga. Pode ser encontrada em restaurantes e supermercados. É tradicionalmente servida com algumas massas, como pães e waffles. Rijsttaart: comum nas padarias belgas, a torta de arroz é muitas vezes servida durante o consumo do café na Bélgica. O site Euro Dicas conta que o prato lembra um pastel de belém e às vezes uma tortilha espanhola. Kramiek: o kramiek é um típico pão belga. Tipicamente consumido no café da manhã, o pãozinho que leva em sua receita ovos, manteiga, passas, farinha de trigo e leite pode ser servido tranquilamente com um café. Imagem principal: wirestock/Freepik

5 de maio de 2023
Daiane
“Quando exportar pode ser um bom negócio?” É normal que você empresário tenha esse tipo de pensamento, afinal a exportação trará um aumento de competitividade e exigirá um compromisso “extra” com seu planejamento operacional e financeiro. No artigo de hoje, algumas respostas serão apresentadas para ajudar a entender os seus objetivos dentro de uma possível exportação. Confira abaixo, os tópicos que serão apresentados no conteúdo e descubra quando exportar em 4 atos. Quando exportar: O que vender? Quando exportar: Para quem vender Quando exportar: Condução da internacionalização Quando exportar: Vantagens da exportação Quando exportar: O que vender? Para se iniciar no ramo da exportação , é necessário que o seu produto esteja pronto para tal movimento. Após preparar a mercadoria, realize um planejamento financeiro e estratégico para todas as documentações e possíveis imprevistos que podem aparecer no caminho. Saiba os valores envolvidos com a produção do material e também o preço da exportação do seu produto. O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços tem um serviço eletrônico que irá te auxiliar nesta etapa. Vale lembrar: verifique se sua empresa possui a capacidade de expandir as operações e se possui um plano B para possíveis imprevistos. Em processo de internacionalização, é importante que os materiais que irão apresentar a mercadoria estejam disponíveis em outros idiomas, e principalmente no Inglês, que é a língua mais falada do mundo, de acordo com a Babbel, grande nome no mundo das escolas de idiomas. Com tudo em dia: produtos definidos, documentação em dia e planejamento estratégico e financeiro em ordem é hora de saber para quem vender. Quando exportar: Para quem vender Mapeamento do mercado. Essas são três palavrinhas que farão toda a diferença no ramo das vendas e para a exportação isso não é diferente. Dentro desta pesquisa de campo, você encontrará mercados importantes que aceitarão o produto em questão com maior facilidade, além disso, existe a possibilidade de o Brasil possuir algum acordo comercial com o país em vista para o destino da mercadoria. Caso exista este acordo, a exportação poderá ser facilitada. Saiba o que está acontecendo no mercado. Confira as tendências, preços e possíveis oportunidades comerciais. Atente-se também ao momento econômico dos envolvidos na negociação, para evitar complicações futuras. Esteja sempre atento aos incentivos fiscais e a competição dentro do mercado. Quando exportar: Condução da internacionalização Para estar com a condução da internacionalização de maneira produtiva, é necessário estar com 6 pontos em pauta. São eles: Reflexão estratégica: pontos fortes do seu produto e em qual local do mercado ele será mais aproveitado. Compreender o mercado de atuação: entenda a cultura e as tendências do país em que está realizando a exportação. Logística: atente-se ao transporte, questões com documentações para que o caminho da exportação seja fluído e otimizado. Requisitos técnicos: esteja atualizado com as legislações de cada país, selos de qualidade e recursos específicos que possam ser apresentados. Legislação: como mencionado acima, é sempre importante estar antenado com possíveis ilegalidades devido à legislação diferente. Como o produto vai ser comercializado no país de destino: monitore os clientes e quais os caminhos que o seu produto segue até o consumidor final. Certifique-se dos índices de aprovação e a repercussão de sua mercadoria. Quando exportar: Vantagens da exportação Dentro dessas vantagens você consegue atingir alguns objetivos, como a expansão da marca. A exportação aumenta a visibilidade da marca, além de receber possivelmente em uma moeda mais valorizada, como o Euro, Dólar ou Libra. De acordo com a Remessa Online , entre as vantagens de exportar estão: Redução dos custos de treinamento e recrutamento: embora seja preciso pagar uma taxa para a empresa de exportação, esse valor costuma ser mais baixo que treinar uma equipe ou mesmo contratar mais pessoas em um mercado estrangeiro; Estratégias de câmbio: essas empresas também aconselham sobre estratégias cambiais para ajudar a minimizar o risco da taxa de câmbio. Isenções: exportações possuem isenções de impostos como IPI, ICMS, PIS/Cofins, entre outros. O que gera uma economia ao final das negociações. Objetivos Tenha em mente e planeje os seus reais objetivos com o processo de exportação. A partir daí, realize os movimentos necessários para alcançá-los, seja aumento de receita, marketing, expansão e etc. Desta forma, o momento de saber quando exportar ficará mais fácil e acessível. Foto principal: tawatchai07/Freepik

3 de maio de 2023
Daiane
De acordo com ranking publicado pela Organização Internacional do Café, a pequena nação de Luxemburgo localizada no centro da Europa é responsável por um dos maiores consumos de café do mundo. E no conteúdo de hoje, iremos conhecer um pouco mais sobre o consumo de café em Luxemburgo. Veja abaixo, um guia/índice com os tópicos que serão abordados no artigo, sobre o consumo de café em Luxemburgo. Confira: Consumo de café em Luxemburgo: 9° maior consumidor Consumo de café em Luxemburgo: Um pouco da história Consumo de café em Luxemburgo: Localização Favorável Consumo de café em Luxemburgo: Principais cafeterias Consumo de café em Luxemburgo: Receitas tradicionais O 9° maior consumidor A nação de Luxemburgo apesar de seu pequeno tamanho geográfico, se estabeleceu como um dos países que mais consomem café no mundo. De acordo com a Organização Internacional do Café, os habitantes de Luxemburgo consomem aproximadamente cerca de 6,5 kg per capita anualmente. O café tornou- se um hábito da população, tanto que, as cafeterias locais são encontradas em grande escala nas redondezas do país. Luxemburgo, fica atrás de países como: Finlândia(1°), Noruega(2°), Islândia(3°), Dinamarca(4°), Holanda(5°), Suécia(6°), Suíça(7°) e Bélgica(8°). O país, dentro do TOP-10 fica na frente do Canadá(único país não europeu na lista), que hoje ocupa a décima colocação. Um pouco da história A história de Luxemburgo, um dos grandes amantes do café, começa no ano de 963. Seu surgimento começou na construção do castelo de Lucilinburhuc, a mando de na época o então Conde Sigefroi. Em 1867, mediante o tratado de Londres, Luxemburgo se tornou um território independente. Segundo o Brasil Escola, "O primeiro havia sido assinado em 1839, fazendo Luxemburgo retomar o status de grão-ducado adquirido algumas décadas antes." Localização favorável Alguns pontos tornaram o consumo de café em Luxemburgo um dos membros do seleto grupo das dez nações que mais consomem café no mundo. Entre estes pontos, pode-se destacar a localização. Apesar de ser uma pequena nação em tamanho geográfico, Luxemburgo se encontra entre algumas nações bem ativas na questão da importação e exportação, não somente do café, mas de diversas mercadorias. De clima ameno e terrenos de atitude média, o país conta com uma população de aproximadamente 630 mil habitantes e faz divisa com países como França, Alemanha e Bélgica. Os belgas, por exemplo, são mais uma nação dentro do TOP-10 dos maiores consumidores do café mundial. Principais cafeterias Luxemburgo oferece algumas opções de entretenimento, entre eles, uma grande quantidade de cafeterias e locais para se degustar de um bom café. Confira abaixo, uma lista com as principais cafeterias de Luxemburgo. Downtown Café: além de servir um belo café, o Downtown Café possui uma característica única de servir sanduíches de bagel perfeitamente preparados, bacon e frango. O ambiente acolhedor deste local faz com que os visitantes se sintam relaxados e se sintam em casa. Boom Specialty Coffe Shop: com um ambiente leve e descontraído, o estabelecimento tem como carro chefe um cappuccino com desenhos feitos na espuma do café. Café de Paris: Em termos de sabores, o Le Café de Paris oferece uma refinada cozinha de bistrô baseada em produtos orgânicos e sazonais. Quanto aos vinhos, o copo ou a garrafa, será seduzido pelo Mosela luxemburguesa e pelas principais regiões francesas. Restaurante l'Adresse: com especialidades em queijo e carnes, é um pequeno, mas acolhedor restaurante de Luxemburgo que costuma receber turistas no dia a dia. Receitas tradicionais em Luxemburgo A cultura de Luxemburgo proporciona riquíssimos requintes culinários em suas redondezas. Entre as grandes receitas que o país proporciona estão pratos como os populares bolinhos de batata. Confira abaixo algumas boas opções para degustar em Luxemburgo: Bolinhos de batata: os tradicionais bolinhos de batata costumam ser servidos em feiras realizadas no Brasil para apresentar a culinária do país. Levam em sua receita: batatas, farinha, ovos, cebola e outras especiarias. Gromper Keeschelche: um crepe salgado. Populares no país, são normalmente servidos com tomates, cebolinha e outras especiarias. Quetschentaart: segundo o portal 4traveladvicelovers o quetshentaart é um bolo típico feito com ameixas e é considerado uma das grandes sobremesas locais, que também funciona ao lado de uma xícara de café. Lëtzebuerger grillwurscht: uma das principais comidas de Luxemburgo, a lëtzebuerger grillwurscht é a popular salsicha. Um alimento extremamente comum em Luxemburgo e é facilmente encontrado em todos os cantos. F'rell Am Rèisleck: o 4traveladvicelovers , afirma que o F'rell Am Rèisleck é um dos pratos mais populares, e é uma truta frita e depois cozinhada em riesling, finalmente servida acompanhada por um creme de leite-creme. Foto principal: ecstk22/Adobe Stock

21 de abril de 2023
Kessia
Ao decidir exportar produtos, os resultados são significativos para uma empresa, tanto internamente com novas tecnologias, novas formas de gestão, melhorias que agregam valor à marca, quanto externamente, na manutenção da imagem com os clientes, fornecedores e, até mesmo, concorrentes. As vantagens da exportação são diversas e podem trazer benefícios significativos para empresas e países que optam por essa estratégia. Algumas das principais vantagens incluem: 1. Ampliação do mercado consumidor Exportar permite que as empresas tenham acesso a novos mercados, ampliando sua base de clientes potenciais e aumentando suas vendas. Isso é importante para empresas que operam em mercados saturados ou com baixo potencial de crescimento. 2. Diversificação de riscos A exportação também permite que as empresas reduzam sua dependência do mercado interno, tornando-se menos vulneráveis a variações econômicas e políticas locais. Por conta disso, em momentos de crise ou instabilidade, quando a diversificação de riscos pode ser crucial para a sobrevivência das empresas. 3. Aproveitamento de vantagens competitivas Exportar pode permitir que as empresas aproveitem vantagens competitivas, como custos mais baixos de produção, acesso a matérias-primas de alta qualidade ou tecnologias avançadas. Também auxilia para que as empresas reduzam seus preços e se tornem mais competitivas no mercado global. 4. Aumento da produtividade A exportação também pode incentivar as empresas a melhorarem sua produtividade e eficiência, a fim de atender às demandas dos mercados externos. Levando a melhorias na qualidade do produto, redução de custos e aumento da inovação. 5. Contribuição para o crescimento econômico A exportação contribui para o crescimento econômico de um país, aumentando as receitas de exportação e gerando empregos em setores relacionados, como transporte, logística e serviços financeiros. Com isso, a exportação pode ser uma estratégia eficaz para as empresas aumentarem suas vendas, reduzirem a dependência do mercado interno, aproveitarem vantagens competitivas e aumentarem sua produtividade. Descubra O que você precisa saber antes de exportar Imagem principal: Stoat Photo/ Adobe Stock

29 de março de 2023
Daiane
A determinação dos valores, o preço de exportação, o que você pretende arrecadar, despesas, margem de lucro e assim por diante são cruciais para o sucesso da exportação. Análise de mercado, entender os custos operacionais, saber os valores da concorrência, todas essas situações te darão vantagem para obter bons negócios. Todas as condições mencionadas acima são decisivas para assegurar a competitividade do produto. Confira abaixo um tópico que o guiará por todo o conteúdo sobre preço de exportação. Veja: Preço de exportação: Custos diretos e indiretos Preço de exportação: Embalagem e itens que impactam no valor final Preço de exportação: Valores da concorrência Preço de exportação: Plano de negócio Custos diretos e indiretos Para começar a entender os valores envolvidos na exportação é importante entender alguns termos que podem fazer toda a diferença, como por exemplo: Custos diretos. O que são os custos diretos? Estes são aqueles valores que impactam diretamente no preço do produto. O transporte muitas vezes aparece como um custo direto. Dentro dessas métricas, encontra-se também os custos indiretos, que são aqueles que não afetam diretamente no valor final da mercadoria; energia elétrica, manutenção e assim por diante. Embalagem e itens que impactam no valor final Após explicado o que são os custos diretos, é hora de conferir alguns itens que impactam diretamente no valor final da mercadoria. Embalagem A embalagem é um custo que precisa ser considerado. Pois ela deve proteger o produto durante todo o percurso e atender as legislações dos países que você pretende exportar, em alguns casos as embalagens aceitas no Brasil não são permitidas em outros países. O local em que o produto é armazenado deve estar fumigado (um processo de eliminação de pragas exigido internacionalmente nas operações de compra e venda entre países). É comum encontrar os idiomas inglês e espanhol nas embalagens. Tributos É aí que surgem os incentivos fiscais. O Governo Federal incentiva as exportações, pois significam dólares entrando no país e uma balança comercial favorável, de modo que impostos como IPI, PIS, COFINS, ICMS não são aplicados. Frete Internacional Os custos de frete também impactam diretamente no valor final da mercadoria. Seja o transporte marítimo ou aéreo, os valores afetam diretamente. Despacho Aduaneiro Em todos os processos de exportação há a necessidade de realizar os pagamentos dos honorários dos Despachantes Aduaneiros. Quanto maior o escopo da prestação, maior o valor a ser pago. Emissão e envios de documentação Para poder exportar é necessário ter alguns documentos em dia. No momento do embarque, caso seja solicitado pelos clientes, a empresa deve encaminhar os documentos via courier. Isso gera um novo custo. Empresas como DHL e FEDEX são as mais conhecidas do ramo da remessa expressa. Estes são alguns itens que podem impactar diretamente no custo final do produto. Valores da concorrência Para se obter êxito na exportação é necessário saber os valores da concorrência. Afinal de contas, não obterá sucesso se suas vendas estiverem com os números muito superiores à média do mercado. Mas como realizar este estudo de mercado? Bom, nesta etapa você precisa ter alguns pontos bem definidos, são eles: Definir qual o objetivo do estudo de campo. Saiba o que perguntar e onde perguntar. Identificar o público alvo: economize recursos indo diretamente em possíveis clientes. Conheça seus concorrentes e os preços que eles trabalham. Regulamentação do mercado: conheça os órgãos governamentais e não governamentais que exercem influência no mercado alvo. Entenda e aplique os resultados da análise de mercado. Com todos estes pontos estabelecidos aplique a melhor estratégia para aplicação da exportação. Plano de Negócio Com tudo esclarecido é necessário ter um bom plano de negócio para poder obter sucesso no ramo da exportação. Inúmeros concorrentes farão processos de otimização para sair na frente e um bom plano de negócio poderá te ajudar a igualar o nível de competitividade. Competitividade Competitividade essa que em um geral, estimula o empresário a realizar melhores negociações e gerenciar melhor as situações para realizar um bom número de exportações e assim garantir uma boa margem de lucro. De acordo com o portal FGV, um estudo realizado pelos professores Juliana Bonomi Santos e Alexandre Pignanelli (FGV EAESP) apontou que as altas tarifas cobradas em portos e aeroportos do país são o principal problema que as empresas exportadoras brasileiras enfrentam. Sendo 51,8% delas considerando que esse fator “impactou criticamente” ou “impactou muito” sua competitividade nas exportações, em uma escala que vai de um a cinco. Além do alto valor da tarifa, outras três questões podem ser empecilhos durante a exportação. São elas: Dificuldade em ofertar valores competitivos Elevados custos de transporte doméstico Altas taxas cobradas por órgãos anuentes Mais detalhes sobre o estudo dos professores Pignanelli e Bonomi estão disponíveis aqui . Imagem principal: v.stock/ Adobe Stock

24 de março de 2023
Daiane
Quando se pensa em comércio eletrônico, algumas pessoas podem pensar apenas em compra e venda business-to-consumer (B2C). Entretanto, as vendas business-to-business (B2B) também têm um enorme potencial on-line. A internet é um ótimo lugar para as empresas se conectarem com leads, clientes potenciais e outras empresas. Além de conectar-se com as pessoas, você também pode nutri-las e transformá-las em clientes de conversão. Não importa o que você vende - qualquer negócio B2B pode ter um enorme sucesso convertendo leads online. O que é o processo de compra B2B? O processo de compra B2B parece um pouco diferente do processo de compra B2C. Os clientes B2B são muitas vezes altamente instruídos sobre os produtos para os quais compram. Eles são compradores experientes que normalmente procuram o melhor preço, o melhor serviço ou a melhor qualidade. Os compradores B2B começam explorando suas opções e pesquisando os produtos que estão procurando para comprar. Eles frequentemente entrarão em contato com os fornecedores com antecedência para fazer perguntas sobre quantidade mínima de pedidos (MOQ), logística de produção, processos de envio e muito mais. Quando um comprador B2B se conecta com um negócio de fornecedor, ele se torna um lead. Um lead é um indivíduo ou negócio com interesse em seus produtos. Uma vez que alguém se torna um lead, é seu trabalho nutri-lo até que se torne um cliente. Através de processos de vendas, atendimento ao cliente e comunicação eficaz, você pode influenciar um lead em conversão. Nesta etapa, você negociará o preço, compartilhará as especificações do produto e finalizará todos os aspectos da venda. Uma vez que a venda seja feita e o lead B2B tenha sido convertido em cliente, agora é hora de fazer tudo novamente. Visão geral do mercado global B2B O mercado global de comércio eletrônico B2B é enorme, e está crescendo cada vez mais. Atualmente, o mercado de comércio eletrônico business-to-business vale US $7,35 trilhões em todo o mundo. Espera-se que valha US $18,57 trilhões até 2026. Com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 18,7%, este é um momento fantástico para se envolver. Há algumas forças motrizes fundamentais por trás deste crescimento de mercado esperado. Tecnologia Muitos fornecedores B2B que operaram off-line no passado estão lentamente começando a ativar os canais de vendas de comércio eletrônico. A maioria dos fornecedores venderá a partir de seus websites e vitrines digitais ou mercados on-line, como o Alibaba.com. As pessoas também têm mais acesso a sites de compras B2B do que nunca, graças aos smartphones, laptops e outros dispositivos portáteis. Os representantes comerciais não precisam mais viajar ou se reunir pessoalmente. As vendas B2B podem acontecer por e-mail, videochamada e até mesmo por mensagem de texto! Preferências do consumidor A Internet facilita muito a conexão das empresas. Através das conexões de internet, as empresas são capazes de criar novas parcerias e fomentar as antigas que beneficiam ambas as partes. Na verdade, 59% dos consumidores preferem fazer compras on-line em vez de pessoalmente. Aumento da população A população mundial está crescendo. Isto significa simplesmente que mais pessoas vão comprar e vender mais coisas! A população afeta o comércio mundial através do crescimento econômico, do crescimento da força de trabalho e do crescimento do consumidor. Novos modelos de negócios Novos modelos de negócios estão surgindo em todo o mundo. Por exemplo, as empresas de private label são fabricantes que embalam seus produtos sob o nome do varejista em vez do seu próprio nome. As empresas de venda direta ao consumidor nunca foram tão populares. Estes novos modelos de negócios estão ajudando a aumentar o mercado global de comércio eletrônico B2B. Fontes: Texto original: Alibaba.com Imagem principal: Sodawhiskey/ Adobe Stock

10 de março de 2023
Daiane
Há muitas razões pelas quais os fornecedores B2B devem considerar a venda para o comércio internacional. Em geral, as oportunidades de crescimento são aparentemente infinitas. Vejamos 5 razões específicas pelas quais um fornecedor pode passar do comércio doméstico para o comércio internacional. 1. Aproveitar o aumento global do comércio eletrônico Como mencionamos, a indústria global do comércio eletrônico está em plena expansão. Espera-se que ela aumente para 6,17 trilhões de dólares até 2024 . Embora a pandemia COVID-19 tenha criado muitos problemas, provocou uma evolução no panorama global do comércio eletrônico e levou a este boom. As paralisações deixaram as pessoas presas em casa, o que perpetuou o crescimento do comércio eletrônico em geral. O aspecto global desse comércio tornou-se mais significativo quando os estrangulamentos na cadeia de abastecimento deixaram as empresas à procura dos produtos e materiais de que necessitavam em outros locais. O crescimento da indústria e as mudanças subsequentes estão criando mais oportunidades para fornecedores em todo o mundo. Se alguma vez se considerou explorar o comércio internacional, agora é a hora de o fazer. 2. Explorar novos mercados Uma maior acessibilidade é um grande apelo do comércio eletrônico. Não só permite aos compradores aceder a produtos de outros países com o clique de um botão, como também permite aos vendedores alcançar novos mercados com quase a mesma facilidade. Claro que a exportação vem com uma variedade de regras e restrições, mas ao vender produtos em linha, as empresas são capazes de se ligar a compradores tanto próximos como distantes, sem sair de seus países de origem. A exploração de novos mercados pode abrir portas a novas ligações comerciais, parcerias, e muito mais. 3. Atingir novos compradores Ao explorar novos mercados, a sua marca será também exposta a novos compradores. Só isso é um grande benefício para as empresas. Uma vez que o negócio é, em muitos aspectos, um jogo de números, ter um maior número de potenciais clientes pode ser muito benéfico para as empresas. Para colocar isto em perspectiva, se uma empresa saltar de 100 possíveis compradores para 200 possíveis compradores, pode duplicar a sua clientela, mantendo simplesmente a mesma taxa de conversão. Evidentemente, os números neste exemplo são arbitrários, e o número de novos possíveis compradores dependerá da dimensão do mercado em que entraram. 4. Estabelecer uma vantagem competitiva Servir os mercados internacionais pode dar às marcas uma vantagem sobre os seus concorrentes que servem apenas um mercado local ou doméstico. Ao servir mercados internacionais, um fornecedor pode tornar-se valioso para os seus clientes que estão operando uma variedade de países. Se o seu atacado apoia o comércio internacional, pode servir retalhistas com operações em múltiplos países. Digamos, por exemplo, que um atacado vende a uma cadeia retalhista popular que vende equipamento esportivo. Se a cadeia retalhista estiver localizada em múltiplos países, seria valioso se os seus fornecedores pudessem apoiar as suas operações em diferentes países. 5. Criar mais segurança Se aprendemos alguma coisa desde o início da pandemia, é que a mudança é a única constante. Desde os bloqueios relacionados com a pandemia a estrangulamentos na cadeia de abastecimento, os últimos anos lançaram as empresas para um ciclo. Quando abre o seu negócio a novos mercados, você cria novos fluxos de receitas para o seu negócio. Isto proporciona mais segurança porque se surgirem problemas em um mercado, pode confiar nos negócios que têm com os compradores em um mercado separado.